quinta-feira, 29 de julho de 2010

Domingo XVIII do Tempo Comum


A liturgia deste dia situa-nos na busca constante pela felicidade, que não encontraremos na riqueza material, mas somente em Deus.

Na primeira leitura (Co (Ecle) 1, 2; 2, 21-23) encontramos as afirmações de Salomão, um rei sábio, rico e poderoso, que costumava exclamar: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade” . Mostrava assim a efemeridade das coisas terrenas, convidando ao desapego delas.

Na segunda leitura (Col 3, 1-5.9-11) São Paulo convida-nos ao aperfeiçoamento da fé, em detrimento do que é terreno.

No Evangelho (Lc 12, 13-21) Cristo continua com o mesmo tema: a preocupação exagerada pelos bens terrenos. Surge assim a Parábola do Rico Insensato, que construiu grandes celeiros para armazenar a colheita abundante, pensando assim ter segurança para viver tranquilamente. Pura ilusão: na mesma noite veio a morrer e apresentou-se de mãos vazias diante de Deus.

A liturgia deste dia não se destina apenas àqueles que têm muitos bens; mas destina-se a todos aqueles que vivem obcecados, orientando a sua vida no sentido do "ter" e condicionando o seu agir. O único fundamento seguro de nossa existência é Deus.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Torneio de Paintball - Festa do Coração de Maria

1.º Torneio de Paintball - Festa do Sagrado Coração de Maria 2010 -Ferro

28 de Agosto de 2010 a partir das 09h30

Local: Campo de Futebol do Ferro

20 €/Pessoa
Inclui: 100 Bolas + Seguro + todo o material necessário (inclui fato e protecções)

Equipas de 4 Elementos

INSCRIÇÕES ABERTAS!!
telmocaetano@hotmail.com
967 829 832 / 910 369 597

Domingo XVII do Tempo Comum


A liturgia deste dia convida-nos a refletir sobre um dos elementos essenciais da vida cristã e do seguimento de Cristo, que é a oração.

Na primeira leitura (Gen 18, 20-32) Abraão reza, intercedendo por Sodoma e Gomorra. É a primeira vez na Bíblia que alguém inicia uma conversa com Deus, num diálogo humilde, reverente e respeitoso, mas também cheio de confiança, ousadia e esperança, aprensentando as suas inquietações e tentando perceber os projectos de Deus para o mundo e para os homens.

Na segunda leitura (Col 2, 12-14) São Paulo dirige-se aos cristãos como associados à morte e à ressurreição de Cristo, pelo Baptismo, participando assim na santidade de Deus.

No Evangelho (Lc 11, 1-13) Jesus Cristo ensina a rezar, apresentando-nos a oração do Pai-Nosso. Acrescenta duas parábolas, que salientam a necessidade de uma oração perseverante e confiante em Deus.

A oração é um diálogo familiar com Deus, que brota de um acto de fé e amor e nos leva a entrar no Plano de Deus. Rezar não é apenas orar com os lábios, mas também com a inteligência, com o coração e com toda a nossa vida.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Mensagem do Pároco


Estimado/a Paroquiano/a

As minhas saudações fraternas.

Por haver necessidade urgente de preservar a estrutura do telhado da igreja e substituir a telha, estão a iniciar-se as obras que há muito se impunham, prevendo-se o gasto de algumas dezenas de milhares de euros.

Porque a paróquia não dispõe de verba tão elevada, apelamos para a generosidade de muitos que partilham do nosso interesse por manter os monumentos que são expressão concreta dos valores esperituais e morais que defendemos.

Por uma questão de funcionalidade, entregue a sua oferta directamente ao pároco, que lhe passará o respectivo recibo. Poderá faze-lo anonimamente ou de forma declarada, através de numerário, cheque ou transferência bancária (NIB 0035 0270 0002 6695 130 94). Para efeito do I.R.S. indique o seu número de contribuinte.

Espero que esta oferta contribua para se sentir feliz com a partilha de uma responsabilidade que não é apenas do pároco mas de toda a comunidade. Não esqueçamos a palavra de Jesus dada a conhecer através de S. Paulo, que nos garante haver mais felicidade em dar do que em receber.
Deus não deixará de nos compensar.


O pároco amigo - P. Manuel

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Domingo XVI do Tempo Comum

A liturgia deste dia convida-nos a refletir sobre a hospitalidade.

Na primeira leitura (Gen 18, 1-10a) Abraão está atento a quem passa e disposto a repartir de forma gratuita o que tem de melhor. Ao ver três homens que se aproximam, corre ao encontro deles e oferece-lhes com insistência hospedagem. No final da refeição, como recompensa, recebe a promessa de um filho, apesar da sua idade avançada.

Na segunda leitura (Col 1, 24-28) São Paulo escreve como ele acolheu Jesus em sua vida. Cristo um é hóspede que dá sentido à sua vida e sua missão.

No Evangelho (Lc 10, 38-42) Marta e Maria acolhem Jesus em sua casa. Marta preocupa-se com os trabalhos, para acolher bem o visitante em sua casa; Maria, pelo contrário, senta-se aos pés do Mestre e acolhe a Palavra de Jesus no seu coração. Duas formas sinceras de acolher... Mas perante a reclamação de Marta, Jesus afirma que a atitude de Maria lhe é mais agradável.

A escuta da Palavra de Deus é o ponto de partida na caminhada da fé. A hospitalidade não é só abrir a porta da casa, mas é também abrir os ouvidos e o coração, para dar a nossa atenção àquele que veio ao nosso encontro.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Domingo XV do Tempo Comum

A liturgia deste dia enaltece a primeira Lei de Deus, lembrando que o Senhor se encontra presente no antes, no agora e no depois.

A primeira leitura (Deut 30, 10-14) assenta no primeiro mandamento de Deus. Moisés demonstra ao povo eleito que não é impossível cumprir a Sua vontade, já que este ensinamento repousa na boca e nos coração de todos aqueles que acolhem a palavra. Ela orienta a nossa vida, pois vem ao encontro dos anseios mais profundos do nosso coração.

Na segunda leitura (Col 1, 15-20) atentamos no propósito de tudo o que o Deus invisível criou, representando-se na imagem de Jesus Cristo. Ele é o princípio e o fim, Aquele por Quem tudo foi criado e para Quem tudo existe; é o Primeiro na ordem da Criação e o Primeiro na ordem da Ressurreição.

No Evangelho (Lc 10, 25-37) Cristo aponta o caminho da vida eterna, respondenda a duas perguntas de um Mestre da Lei através da parábola do bom samaritano.

Jesus está presente no homem que acolhe, mas também no homem acolhido, que é o nosso próximo, caído nos caminhos da vida, que necessita da nossa ajuda e do nosso amor para se levantar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Domingo XIV do Tempo Comum

A liturgia deste dia reflecte-se na simbologia da cruz de Jesus: representa o fim inevitável da Sua vida terrena, mas simultaneamente o início de tempos de paz.

Na primeira leitura (Is 66, 10-14c) o profeta Isaías anuncia a paz do Senhor, medindo a sua grandeza através da natureza e da riqueza conseguida pelas nações. Os servos de Deus passaram a sentir-se acarinhados no Reino de Deus, depois de tanto sofrerem em tempos anteriores.

Na segunda leitura (Gal 6, 14-18) salienta-se a cruz como instrumento de salvação: a paz nasce da cruz, não por a cruz ser suave e pacífica, mas porque, sendo ela uma situação inevitável, o Senhor a tornou fonte de glória; por ela sentimo-nos enviados a ser testemunhas de Cristo.

O Evangelho (Lc 10, 1-12.17-20) é uma catequese sobre a missão da Igreja: vem enfatizar o fruto da palavra de Deus, tanto por parte de quem a semeia como de quem a colhe. Jesus reuniu e enviou os discípulos com o objectivo de produzir esse efeito da Sua palavra, a fim de anunciar também a chegada do Reino de Deus.

O reino de Deus é um reino de paz. É sempre este o ambiente que envolve a vida em comunhão com Deus, quer nos momentos tranquilos, quer até naqueles que exigem maior actividade. Jesus Cristo envia-nos, ainda hoje, a seguir o seu caminho para atingir a salvação.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Domingo XIII do Tempo Comum


A liturgia deste dia lembra-nos a importância da nossa libertação por Cristo, na qual somos chamados a cumprir a sua vontade, sem que nada nos impeça.

Na primeira leitura (1 Reis 19, 16b.19-21) o Senhor diz a Elias para chamar Eliseu, a fim de o seguir. Este é o sinal da caminhada de Jesus para a Paixão: já nesta época Ele insistia na necessidade de O seguir, sem hesitações, aquando da chamada.

A segunda leitura (Gal 5, 1.13-18), na mensagem de S. Paulo, vem lembrar-nos que vivemos livres graças a Cristo. Esta liberdade que nos ofereceu é verdadeira, no sentido de vivermos no Seu amor, que se há-de manifestar na caridade para com o próximo. Não devemos, portanto, satisfazer os desejos da carne, mas sim os do Espírito.

O Evangelho (Lc 9, 51-62) diz-nos como devemos responder ao apelo de seguir Jesus. Seja qual for a situação de cada um, só há uma atitude certa: seguir o Senhor, como fez Eliseu quando Elias o chamou, como fez S. Paulo e os outros Apóstolos, e todos aqueles, que, um dia chamados, souberam escutar a sua voz.

Responder ao apelo de Jesus Cristo, que nos chama, faz parte da nossa condição de cristãos. Chamará cada um de nós a segui-l'O de formas diferentes, colocando os nossos dons ao serviço do Senhor. E saberemos assim que Ele está connosco.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Domingo XII do Tempo Comum

A liturgia deste dia reavalia a nossa condição de vida enquanto cristãos, recordando a construção da Igreja pelo esforço dos fiéis.

Na primeira leitura (Zac 12, 10-11; 13, 1) Zacarias anuncia a libertação e renovação de Jerusalém; mas essa salvação custará dores e lamentos.

Na segunda leitura (Gal 3, 26-29)o apóstolo S. Paulo afirma que pela fé e pelo baptismo, os cristãos estão revestidos de Cristo; formam todos, seja qual for a sua origem natural, o povo descendente de Abraão, herdeiros das promessas a ele feitas por Deus.

No Evangelho (Lc 9, 18-24) S. Pedro reconhece que Jesus é o Messias de Deus, o profeta anunciado desde os tempos antigos, o Ungido pelo Espírito Santo, o Enviado pelo Pai. É Ele que vem dar a vida pela salvação dos homens.

Olhando para a cruz, vemos a figura de Jesus crucificado e trespassado pela lança do soldado. O seu Coração assim aberto tornou-se fonte de água viva, de salvação e de graça, para os que para Ele olharem com fé e amor. Para sermos seus discípulos, devemos assim seguir o caminho que Ele indicou: o caminho da salvação.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Domingo XI do Tempo Comum

A liturgia deste dia recorda-nos o fundamento da vida cristã, que Jesus quis mostrar ao seu povo. Também Ele se revela com o nosso Salvador, que morreu crucificado e ressuscitou, e que quer viver em nós.

A primeira leitura (2 Sam 12, 7-10.13) revela que o rei David também pecara para com o Senhor, quando o profeta Natã pronunciou o descontentamento de Deus devido às suas más acções. Mas também anunciou o perdão para aqueles que acolhem a Sua palavra de boa vontade.

Na segunda leitura (Gal 2, 16.19-21), o apóstolo S. Paulo dá a conhecer, na sua carta aos Gálatas, que é graças a Cristo que podemos ser salvos. Este é o dom que devemos reconhecer em toda a nossa vida, a partir do qual Cristo vive em nós.

No Evangelho (Lc 7, 36 – 8, 3), Jesus mostra-se condescendente para com uma mulher pecadora que pede o seu perdão. Ao contrário de Simão, que a trata com desconfiança e desprezo, Jesus valoriza o seu gesto e diz ao fariseu: “São-lhe perdoados os seus muitos pecados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.”

A pecadora de que nesta leitura se fala é mais uma testemunha da misericórdia do Senhor. É estabelecida a ligação entre o amor e o perdão: o amor alcança o perdão, mas o perdão é fonte de amor. As lágrimas desta mulher não são de dor ou remorso, mas sim de alegria e gratidão pela mudança que Jesus operou na sua vida.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Domingo X do Tempo Comum

A liturgia deste dia mostra que Deus é o Senhor da Vida, que visita o Seu Povo para o libertar do pecado e do sofrimento.

Na primeira leitura (1Reis 17, 17-24) Elias pede a cura do filho da viúva de Sarepta, na casa de quem se encontrava hospedado. Diante de uma morte inexplicável, o profeta acredita no Deus da Vida, que é bom e quer a felicidade de todos.

Na segunda leitura (Gal 1, 11-19) os gálatas mostram uma certa relutância em aceitar a pregação de São Paulo, um antigo perseguidor da Igreja. Ele defende-se das acusações recebidas: o Evangelho que ele anuncia, não o aprendeu dos homens, mas recebeu-o por revelação do próprio Cristo.

O Evangelho (Lc 7, 11-17) conta-nos o encontro entre dois cortejos que se aproximam de Naim: um deles é formado por Jesus e os seus discípulos; o outro é formado por uma viúva que vai sepultar o seu filho, acompanhada pelos seus amigos. Este segundo cortejo simboliza os que ainda não encontraram Cristo, que se debruça sobre a miséria humana e por isso deu vida ao filho da viúva de Naim.

Reflectindo nos textos da liturgia deste dia, tomemos consciência que o poder de Jesus não se esgotou, mas continua nas mãos dos Seus discípulos, que devem continuar a Sua obra salvadora. Perante um cortejo de desânimo, saibamos responder à morte com a vida.
Os jovens do 6.º ano de Catequese celebram na tarde deste Domingo a sua Profissão de Fé.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

A liturgia deste dia insiste na estreita ligação entre a Eucaristia e a Vida, entre o Pão que é Cristo e o pão que alimenta o corpo.

Na primeira leitura (Gen 14, 18-20), o Sacerdote Melquisedec oferece a Abraão e aos seus homens pão e vinho, depois de os abençoar; apesar de serem povos diferentes e até rivais, souberam partilhar e sentir-se irmãos.

Na segunda leitura (1Cor 11, 23-26), São Paulo fala da Instituição da Eucaristia para destacar a incompatibilidade entre o "partir o pão" e as discórdias que existiam na comunidade de Corinto.

No Evangelho (Lc 9, 11b-17), São Lucas conta o milagre da multiplicação dos pães; explica essencialmente o que significa “partir o pão”, à semelhança do que acontece em cada Eucaristia.

Comungar o Corpo de Cristo significa assimilar a realidade humana de Cristo e identificar-se com ele no cumprimento da vontade do Pai. Significa oferecer a nossa pessoa, para que Ele possa continuar a viver, a sofrer, a doar-Se e a ressuscitar em nós. Para que produza resultado, a Eucaristia deve ser recebida com fé, isto é, com a disposição de se deixar transformar na pessoa de Jesus.
As crianças do 3.º Ano de Catequese celebram neste dia a sua Primeira Comunhão.

domingo, 30 de maio de 2010

Conselho Pastoral Paroquial

ALTERAÇÃO

O Conselho Pastoral Paroquial do Ferro irá reunir no próximo dia 13 de Junho, às 18 horas, no salão da casa da catequese.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Santíssima Trindade

A liturgia deste dia, com a Festa da Santíssima Trindade, é um convite para contemplar "um Deus em três pessoas", que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.

A primeira leitura (Prov 8, 22-31) fala-nos do Pai, aquele que tomou a iniciativa de criar e salvar os homens, destinando-os a uma felicidade eterna, na sua família.

A segunda leitura (Rom 5, 1-5) apresenta-nos o Filho, aquele que realizou essa obra de salvação, com a sua vinda ao mundo e a sua fidelidade até a morte.

O Evangelho (Jo 16, 12-15) mostra-nos o Espírito Santo, o Amor que une o Pai com o Filho, aquele que foi infundido no coração de todos os cristãos no Baptismo.

Terminamos a reflexão deste dia com algumas palavras do Catecismo da Igreja Católica: "Deus deixou vestígios desse mistério na Criação e no Antigo Testamento, mas a intimidade de Deus Trindade constitui um mistério inacessível à inteligência humana e até mesmo à fé de Israel... Esse mistério foi revelado por Jesus Cristo e é a fonte de todos os outros mistérios".

domingo, 23 de maio de 2010

Escala de Leitores

A pedido da representante do Grupo de Leitores da Eucaristia de Sábado, aqui coloco a Escala de Leitores para as próximas semanas, de forma a dar continuidade ao trabalho que se tem desenvolvido.

clique para aumentar

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vigília de Pentecostes


A liturgia deste dia celebra a Missa da Vigília da Festa de Pentecostes, que é a conclusão do tempo pascal.

A primeira leitura (Gen 11, 1-9) apresenta-nos a confusão em Babel, mostrando que a unidade só se constrói, quando os homens acolhem o Espírito de Jesus, que nos faz falar a linguagem universal da comunhão e do amor.

A segunda leitura (Rom 8, 22-27) recorda-nos que o Espírito Santo faz brotar em nós a fonte de vida, que jorra para a eternidade.

No Evangelho (Jo 7, 37-39), Jesus apresenta-se como a fonte de água viva, da qual brotará o Espírito após a Sua Glória.

Na nossa vida também há um Pentecostes. No dia da nossa Crisma recebemos a plenitude do Espírito Santo, para nos tornar cristãos adultos, actuantes e responsáveis na Igreja, assumindo uma missão própria, segundo a nossa vocação. O Espírito Santo continua presente em nós e nas nossas comunidades.
Os jovens do 8.º Ano e do 9.º Ano da Catequese celebram neste dia a Festa da Vida e a Festa do Espírito Santo, respectivamente. Que Ele ilumine os nossos passos, o nosso agir e as nossas escolhas, que nos dê coragem e alegria para sermos verdadeiros discípulos e missionários de Cristo.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ensaio de Cânticos

Irá realizar-se um ensaio de cânticos para as seguintes celebrações:
- Primeira Comunhão (3 de Junho, às 11:30)
- Profissão de Fé (6 de Junho, às 16:00)

Convidam-se todos os interessados a estar presentes na igreja, no dia 29 de Maio, após a Santa Missa (pelas 21 horas).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ascensão do Senhor

A liturgia deste dia celebra o final da missão terrena de Cristo e o início da missão salvadora da Igreja.

Na primeira leitura (Actos 1, 1-11), Lucas introduz a despedida de Jesus em Jerusalém, sublinhando a vinda do Espírito Santo e o testemunho que os discípulos deverão dar.

Na segunda leitura (Ef 1, 17-23), São Paulo define a relação entre Cristo e a Igreja: formamos com Ele um Corpo destinado à Vida Plena, por isso, devemos viver uma comunhão total com Ele e com todos os nossos irmãos.

O Evangelho (Lc 24, 46-53) narra a o envio que Jesus faz aos seus discípulos, pois a Igreja de Cristo é essencialmente uma Comunidade Missionária, cuja missão é testemunhar no mundo a proposta de salvação e de libertação que Jesus veio trazer aos homens e deixou nas mãos e no coração dos discípulos.

A Ascensão do Senhor reforça a esperança da nossa Ascensão, lembra-nos que somos enviados de Cristo para continuar e completar a sua obra e que esse trabalho não dependerá apenas das nossas forças, pois podemos contar com o auxílio do Espírito Santo.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Grupo de Leitores - Informação

O Leitor é aquele que proclama a Palavra de Deus na Eucaristia, para ser recebida e vivida pelos fiéis.

O serviço do leitor, é um serviço importante dentro da assembleia, pois deve contribuir para uma melhor compreensão da Sagrada escritura.

A Paróquia do Ferro tem um Grupo de Leitores para a Eucaristia de Sábado à noite, cuja respectiva escala tem sido feito por mim... Acontece que este ano foi decidido por alguns elementos do Grupo fazer algumas mudanças na organização da escala, facto que discordo completamente... Nesse sentido, informo que deixo o Grupo de Leitores e, consequentemente, deixo de fazer a escala.

Obrigado!
Hélder Caetano

Domingo VI da Páscoa


A liturgia deste dia enfatiza o Espírito Santo, que mostra ser capaz de ultrapassar entraves que se ergam à Igreja. Ocorre no último domingo antes da Ascensão, que encerra a presença humana de Cristo na Terra.

A primeira leitura (Actos 15, 1-2.22-29) apresenta o primeiro desafio que a Igreja teve de enfrentar. Reunidos com os discípulos e os anciãos, no Concílio de Jerusalém, os apóstolos debateram e solucionaram o problema da conversão dos fiéis pagãos. O Espírito Santo quebra fronteiras; permitiu que a Igreja se torne aberta a todos os homens, unida no amor e na fidelidade a Cristo.

Na segunda leitura (Ap 21, 10-14.22-23) temos a descrição da morada de Deus, onde viveremos a vida definitiva no seio da Trindade; está enaltecido o valor da Igreja, como sendo a Nova Jerusalém, tornando-nos pedras vivas na sua decorrente construção, moldadas no Espírito Santo, recebido no Baptismo e no Crisma.

No Evangelho (Jo 14, 23-29) Jesus promete aos discípulos o Espírito Santo para que possam compreender plenamente a mensagem, vivendo o Evangelho em qualquer circunstância e na paz do Senhor.

Seguros da presença do Espírito Santo na Igreja e nas suas almas, os cristãos podem, portanto, manter-se confiantes e alegres, por maiores que sejam as transformações por que passe a sociedade e por maiores que sejam as dificuldades que a Igreja conheça.
Assim sendo, no dia de festa das Bem-Aventuraças do 7.º ano de catequese, que os jovens se sintam encorajados por este dom, que o Senhor enviou aos discípulos, e que superem as adversidades que venham a enfrentar na sua vida cristã, reforçando o sentimento de fé.

domingo, 2 de maio de 2010

Escala de Acólitos

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Domingo V da Páscoa


A liturgia deste dia leva-nos a perceber a preocupação de Cristo em formar a sua Igreja, que deve continuar a obra de salvação iniciada por Ele.

A primeira leitura (Actos 14, 21b-27) fala do regresso do Apóstolo S. Paulo da sua primeira viagem missionária, continuando ainda a incentivar os discípulos a serem firmes na fé, tendo ainda que passar por dificuldades para poderem entrar no Reino de Deus. E ainda, S. Paulo também escolhe os presbíteros que haviam de administrar, vigiar e defender a comunidade cristã.

A segunda leitura (Ap 21, 1-5a) anuncia, para um dia, a chegada da Nova Jerusalém. Isto acontecerá quando a obra da nova criação, iniciada no dia de Páscoa, atingir a sua plenitude no fim dos tempos; será, com efeito, não uma destruição, mas uma transformação.

No Evangelho (Jo 13, 31-33a.34-35), na despedida aos discípulos, Jesus entrega-lhes o Seu testamento espiritual: "Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros." É este amor que torna a Igreja, esta " nova" comunidade de Deus com os homens, numa comunidade distinta de todas as comunidades humanas.

O amor que o Senhor nos quer instruir não é uma simples norma legal. É uma espécie de instituição "sacramental", pela qual se assegura continuamente a presença de Jesus no meio de nós. Assim, através do amor mútuo, damos a conhecer um sinal vivo do Cordeiro de Deus que nos ama incondicionalmente; um sinal do "mundo novo" onde só se fala uma linguagem - a do amor.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sacramento da Confirmação

O Sacramento da Confirmação é administrado nos nossos dias ainda um pouco como no tempo dos apóstolos. O bispo estende as mãos sobre o confirmando e invoca para ele o dom do Espírito Santo. Depois impõe a cada um as mãos, chama-o pelo seu nome e diz: "Recebe por este sinal o dom do Espírito Santo." Ao mesmo tempo unge a fronte do confirmando com o santo crisma, marcando-o assim com o sinal do Espírito Santo. Os confirmandos renovam as suas promessas baptismais e recitam a profissão de fé da Igreja.
Na Igreja ocidental, a Confirmação é administrada aos jovens como "sacramento da maturidade cristã", dado que, ao serem baptizados em crianças, foram os pais e padrinhos que pronunciaram a profissão de fé. Agora que começam a viver e a agir de forma independente, pronunciam eles próprios o seu "sim" à comunidade de fé que os integrou pelo Baptismo.


Dizem sim a Cristo e proclamam a sua disponibilidade para com Ele, assim como a vontade de não negar a sua fé. Declaram o seu consentimento para se comprometerem em favor da Igreja e para ajudarem os seus irmãos e irmãs.


Este ano, o Sacramento da Confirmação irá realizar-se no próximo dia 12 de Setembro de 2010, pelas 11h30, na Igreja Paroquial do Ferro.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Domingo IV da Páscoa

A liturgia deste dia apresenta-nos Jesus Cristo como o “Bom Pastor”.

A primeira leitura (Actos 13, 14.43-52) narra a reacção de judeus e pagãos à pregação do Apóstolo São Paulo e de Barnabé: os pagãos aceitaram a Palavra de Deus e converteram-se; por outro lado, os judeus perseguiram-nos e expulsaram-nos.

Na segunda leitura (Ap 7, 9.14b-17), São João apresenta-nos Jesus Cristo como “o Pastor que conduz o seu Povo às fontes de água viva”.

O Evangelho (Jo 10, 27-30) apresenta-nos as duas faces da Parábola: a atitude do pastor, que dá a vida pelas suas ovelhas, que as conhece e cuida delas, e a atitude das ovelhas, que escutem a voz do seu pastor e o seguem.

A voz do “Bom Pastor” convida-nos a sermos discípulos e missionários de Cristo, através da escuta da Sua Palavra, da participação nos Sacramentos e de um permanente diálogo íntimo com Ele.
Neste dia, o grupo do 5.º Ano da Catequese celebra a Festa do Credo, salientando a importância da Fé para o conhecimento e seguimento de Jesus Cristo, o nosso único Pastor.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Domingo III da Páscoa


A liturgia deste dia convida-nos a reflectir sobre a Igreja, enquanto comunidade com a missão de testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou.

A primeira leitura (Actos 5, 27b-32.40b-41) apresenta o testemunho de Pedro, chefe dos apóstolos, que é proibido pelo Sinédrio de ensinar em nome de Jesus; os discípulos são flagelados, mas saem felizes por terem sofrido pelo nome de Jesus.

Na segunda leitura (Ap 5, 11-14), São João apresenta-nos Jesus Cristo como o Cordeiro imolado, que venceu a morte e que trouxe aos homens a salvação definitiva, sendo assim louvado como o centro de toda a criação e o Senhor de todas as coisas.

O Evangelho (Jo 21, 1-19) narra a terceira aparição de Cristo ressuscitado aos apóstolos, que pescavam no mar das Tiberíades. Este encontro desenrola-se em três fases: primeiro, a pesca milagrosa, após uma noite sem apanhar um único peixe; depois, a refeição, em repetição dos gestos que instituíram a Eucaristia no episódio da Última Ceia; por fim, o diálogo, uma tríplice prova de amor por parte de Pedro, que já O negara por três vezes, e agora se compromete a presidir e animar a Comunidade de Cristo.

À semelhança de Pedro, devemos nós também, seguidores de Cristo, amá-l’O e confiar n’Ele. Muitas vezes, perante as “redes vazias”, somos tentados a largar tudo, a desistir… Mas esquecemo-nos que Jesus Cristo, embora encontrando-se na “margem”, está sempre connosco: escutando a Sua voz, a pesca será abundante!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Mês de Maria

Distribuição para a dinamização do Terço

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Domingo II da Páscoa


A liturgia deste dia mostra-nos que a Comunidade Cristã é um espaço privilegiado de "encontro" com Jesus Ressuscitado.

A primeira leitura (Actos 5, 12-16) fala do crescimento da Igreja, que se traduz na adesão ao Senhor pela fé por parte do povo de Jerusalém. Pelo poder de Cristo Ressuscitado, os Apóstolos cativavam os corações de todos os que se reuniam em volta deles com o dom do Espírito Santo, fazendo prevalecer nos crentes que Jesus ainda vive no meio de nós.

Na segunda leitura (Ap 1, 9-11a.12-13.17-19), o Apóstolo S. João encontrava-se a espalhar a palavra de Deus, durante o seu exílio na ilha de Patmos, quando Jesus lhe apareceu e lhe pediu para reforçar o seu testemunho, imortalizando-se a sua existência naqueles que eram perseguidos nessa altura, e que viviam segundo a fé cristã.

No Evangelho (Jo 20, 19-31), Tomé não acreditou quando os discípulos lhe revelaram que estiveram com Jesus. No encontro a seguir, Tomé viu e tocou o seu Senhor. Eis que Jesus responde: “Porque Me viste, acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto”.

À semelhança de Tomé, muitas vezes, na nossa vida deixamo-nos dominar pelo desânimo, chegando mesmo a afastarmo-nos dos nossos irmãos. Acreditando, verdadeiramente, na Ressurreição, podemos viver constantemente na alegria pascal, prevalecendo a fé na vida sobre o abatimento e sobre o cansaço. Assim, ao mantermos viva a comunidade de Cristo, a Igreja será mais autêntica, mais forte, para que os crentes possam partilhar entre si a vida nova que recebem: a vida de Cristo Ressuscitado.

sábado, 3 de abril de 2010

Conselho Pastoral Paroquial


ALTERAÇÃO


O Conselho Pastoral Paroquial do Ferro irá reunir no próximo dia 11 de Abril, às 18 horas, no salão da casa da catequese.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Mensagem Pascal do Pároco

Chegados ao fim da Quaresma, a Igreja convida-nos a fixar os olhos em Cristo Crucificado, que é símbolo de um grande Amor vivido com os outros e pelos outros.
A Igreja convida-nos também a fixarmo-nos em Cristo Ressuscitado, vencedor da Morte e do Pecado.
Temos bem consciência, todavia, de que, ao longo da Quaresma, não nos detivemos tanto quanto seria desejável em nossas falhas espirituais e morais. As nossas preocupações materiais falaram talvez mais alto dentro de nós!...
Que um certo ar, ainda que bastante tímido, de Primavera nos ajude a procurar um Outro Sol a brilhar em nossas vidas. Cristo Ressuscitado nos leve a reconhecer que, para lá das cruzes das nossas vidas um tanto complicadas do presente, haverá Outras Luzes a brilharem dentro de nós!
Tenhamos esperança. O vosso pároco deseja convosco trabalhar e esperar um Mundo ainda (sempre) melhor!

Um abraço para todos em Cristo Ressuscitado.
A todos, Feliz Páscoa.

Pe. Manuel Francisco Domingos

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Vigília Pascal


A liturgia dessa noite celebra o facto mais importante da História da Salvação, o Mistério mais profundo da nossa fé: a Ressurreição do Senhor.
É a cerimónia mais rica de todo o ano litúrgico, e por isso vamos aprofundar um pouco os seus diversos momentos.

Liturgia da Luz
Cristo, simbolizado pelo Círio Pascal, é trazido solenemente a um lugar de destaque na celebração: do meio das trevas surge uma nova luz, que se irradia progressivamente para todos os lados, o que é simbolizado pelo acender das velas; diante desse Círio, proclamamos o Hino Pascal.

Liturgia da Palavra
Apresenta uma série de leituras bíblicas que narram etapas importantes da história do Povo de Deus, para depois se concentrar no Mistério de Cristo.
Nas leituras do Antigo Testamento encontramos a Criação (Gén 1, 1 – 2, 2), o sacrifício de Abraão (Gén 22, 1-18), a passagem do Mar Vermelho (Ex 14, 15 – 15, 1), a Nova Jerusalém (Is 54, 5-14), a salvação oferecida a todos gratuitamente (Is 55, 1-11), a fonte da sabedoria (Bar 3, 9-15.31 – 4, 4), o coração novo e o espírito novo (Ez 36, 16-28).
Na Epístola (Rom 6, 3-11) São Paulo dá uma catequese baptismal, referindo que pelo baptismo participamos da morte e ressurreição de Jesus e comprometemo-nos a viver uma vida nova.
O Evangelho (Lc 24, 1-12) as mulheres buscam Jesus Cristo no túmulo, mas ele já não está aí, ressuscitou.

Liturgia Baptismal
A água é símbolo da vida nova recebida no baptismo, que na Igreja primitiva se realizava nessa noite e se renova nesta celebração.

Liturgia Eucarística
É o memorial da Paixão, morte e Ressurreição de Cristo; cada domingo é uma pequena Páscoa em que, relembrando a Páscoa de Cristo, a nossa fé é alimentada pela Palavra e pelo Pão.