

Um Feliz 2008 para todos... Abraço, Telmo Caetano
Quando nascemos, trazemos dentro de nós uma grande sede e uma grande fome de felicidade. Depois vem a realidade de um mundo ainda muito triste.
O Natal tornou-se o tempo por excelência dos presentes.
A tradição da Árvore de Natal provém no norte da Europa e inspira-se na Bíblia (Génesis), onde se fala da "árvore da vida".



Todos sabemos o que queremos dizer quando dizemos que alguém é um acólito, mas será bom recordá-lo. Um acólito é alguém que ajuda à Missa e a outros ministérios do altar.


Domingo passe pela Feira da Castanha e venha ter connosco, a Catequese Paroquial do Ferro lá estará representada, com o intuito de mostrar à comunidade as nossas actividades e também com uma pequena quermece, onde poderá jogar e levar magnificos prémios para casa, estando a ajudar a Catequese do Ferro, poderá também tirar as suas dúvidas e deixar suas sugestões à comunidade catequista do Ferro, com a ajuda de todos tudo se torna mais fácil...Durante os primeiros séculos da Igreja, ainda não existia a «Confirmação» como sacramento independente. Os catecúmenos, isto é, os que desejavam entrar na Igreja, recebiam durante a Vigília Pascal dois sacramentos: o Baptismo e a Eucaristia. Eram administrados pelo bispo, rodeado dos presbíteros e dos diáconos. O Baptismo comportava três ritos: a imersão na água, a imposição das mãos e a unção com o óleo do crisma. Por conseguinte, os actuais ritos da Confirmação faziam parte do Baptismo.
Durante o século IV, o cristianismo deixou de estar sobretudo nas grandes cidades, pois os aldeões foram evangelizados e, a partir de então, entrou o costume de baptizar os recém-nascidos.
Estas mudanças impediam o bispo de presidir a todos os baptismos fora da Vigília Pascal, sendo estes administrados pelos sacerdotes nas novas comunidades locais.
Surgiu o problema: Como manter a unidade do Baptismo «primitivo»?
O Oriente tenderá a manter o rito antigo: o padre celebra o Baptismo e todos os ritos que o completam. O Ocidente manterá a intervenção do bispo. Este, por ocasião da visita que fizer à comunidade, «confirmará» os novos baptizados, isto é, «autentificará» aquilo que o sacerdote realizou.É neste período que surgem os termos «confirmar» ou «Confirmação». Foi Fauste de Riez (405-490), bispo de Gaule, um dos primeiros a utilizá-los. Mas neste tempo e nos séculos seguintes o ritual reduzia-se praticamente à unção com o crisma.
No século XIII, as crianças recebiam a Comunhão por volta dos 10-14 anos. Deste modo, a Confirmação encontrou o seu espaço próprio entre o Baptismo e a Eucaristia. Geralmente, antes da «Primeira-Comunhão», era administrado o sacramento da Confirmação.
Em 1910, o Papa Pio X tomou a iniciativa de recomendar a Primeira-Comunhão das crianças a partir da idade da razão, isto é, por volta dos 6-7 anos. Daqui surgiu uma alteração: a Confirmação ficou para depois da Eucaristia, isto é, por volta dos 11-12 anos, a altura da chamada «Comunhão Solene».
O Concílio do Vaticano II pediu que fosse revisto o rito do sacramento da Confirmação. O novo ritual foi promulgado em Agosto de 1971. Este exige que o candidato tenha uma certa experiência de vida na Igreja. Ele, ao ser confirmado, diz «sim» ao seu Baptismo, à Igreja, à sua Vocação Cristã no Mundo.
Não existe actualmente uma idade universal para receber este sacramento. É, porém, sabido que as Conferências Episcopais desejam que a administração deste sacramento, embora continue a ser de iniciação cristã, seja administrado na idade juvenil, 16-18 anos. Deste modo, os jovens fazem deste sacramento um momento de opção livre por Jesus Cristo, comprometendo-se na construção do Reino de Cristo.
Nesse sentido, no passado dia 26 de Agosto, o Bispo D. Manuel visitou a nossa Paróquia para Celebrar a Festa do Sagrado Coração de Maria e administrar o Sacramento da Confirmação a 15 jovens. Nesse mesmo dia tivemos a celebração de dois Baptismos.
A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns a todos os Confirmados e aos jovens do 10.º Ano de Catequese.
Agradecemos o excelente trabalho desempenhado pelos catequistas Fátima Mendes, Vera Gaiola e Rui Raposo.
Fotos cedidas gentilmente por Foto Vídeo Fortuna
A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.
Mas não basta conhecer. É preciso imitar. Imitar alguém é tentar ser como essa pessoa foi. Amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, falar como Jesus falou, viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria e, ao chegar ao fim do dia, dormir tranquilo como Jesus dormia.Apesar de serem muitas as expectativas, de serem muitas as razões existe apenas uma certeza: Ser Catequista é "duro", muito difícil... muito enriquecedor!
Partimos para mais um Ano de Catequese. As reuniões de preparação já começaram, as tarefas já foram distribuídas, a maioria das inscrições já estão feitas... mas como se preparou cada catequista para mais este novo ano?
Vai ser mais um? Ou vai ser o Ano?

Não existem receitas mágicas. De uma forma ou de outra, só Deus nos Seus desígnios sabe porquê? Mas neste mês de lançamento do Novo Ano de Catequese preparamo-nos para receber a Missão. Tal como os primeiros Apóstolos partimos para o meio das "feras", somente com um par de "sandálias" e uma Fé forte. Sabemos que Ele está no meio de nós e por isso nada podemos temer.
Preparados??

A aventura vai ter início... A viagem vai começar... e nesta viagem vão embarcar:
1.º Ano - Fátima Mendes, Mariana Máximo e Guilherme Santos
2.º Ano - Conceição Tiago, Sandrina Falcão e Ricardo Alves
3.º Ano - Lídia Cleto, Helena Rodrigues, Marta Esteves e Daniel Catalão
4.º/5.º Ano - Hélder Caetano, Bruno Mateus, Sofia Félix e Elisa Esteves
6.º Ano - Cristina Costa, Nuno Tiago e Vitor Rolo
7.º/8.º Ano - Lídia Figueiredo, Sónia Andrade e Telmo Caetano
9.º Ano - Vera Gaiola, Rui Raposo, Gonçalo Félix
1.º - Mala de Primeiros Socorros: nesta mala devem estar a Bíblia e a Eucaristia.
Em caso de emergência aplicar imediatamente a Bíblia: nos momentos de desânimo, nos momentos de alegria, de tristeza, de festa, nela encontramos conforto e a Palavra Amiga. A Palavra deve ser completada com a presença na Eucaristia. Aí Jesus faz-se presente e anima-nos pessoalmente.
2.º - Um Livro do Silêncio: silêncio que nos faz rezar, entrar dentro de nós mesmo, no silêncio do nosso "quarto".
3.º - Um Espelho: que nos permite descobrir as nossas transformações e nos ajuda a ampliar a "Luz" que recebemos da Palavra e da Eucaristia.
4.º - Um Saco vazio: para colocarmos as pedras que vamos encontrando no caminho.
5.º - Um "Coador": para discernirmos o que é realmente importante e precioso.
6.º - Um Folha em branco: para podermos acrescentar poesia à nossa vida.
7.º - Creme para as Mãos: assim poderão estar sempre dispostas para servir e acolher.
Depois de reunir todos estes utensílios estaremos prontos a caminhar. A caminhar em busca d'Áquele que nos Ama e nos convida a ser sinal +, sinal de Amor, a ser suas testemunhas, a anunciar a Sua Palavra.
Para seres bom leitor,(clique na imagem para aumentar)
Este mês de Agosto, o folclore reina no Ferro, concelho da Covilhã.12 Ranchos Folclóricos farão certamente as delícias dos apreciadores. A Junta de Freguesia convida todos os apreciadores a deslocarem-se à nossa Vila, apreciar o Folclore de Portugal Continental e Ilha da Madeira, e de França.