sábado, 13 de junho de 2009

Sacramento da Confirmação

Qual o objectivo, a meta, a finalidade da catequese? Quais são os resultados que se pretendem obter?

O objectivo da catequese está voltado para o ser cristão em comunidade. O ponto de partida é uma comunidade cristã que proclama que Jesus Cristo é o Senhor e deseja transmitir esta boa notícia a toda a gente; o ponto de chegada é a profissão de fé no Senhor!

Mas depois vem a pergunta: O que é ser cristão? Qual o perfil do cristão, hoje?

Não é fácil definir o cristão, pois não existe um modelo único que passe de pais para filhos, mas ser cristão é, fundamentalmente, viver de Cristo. É ter como referência obrigatória na sua vida a pessoa de Cristo.


Foi com esse sentido que, no passado dia 7 de Junho de 2009, os jovens do 10. º ano da Catequese Paroquial do Ferro, conjuntamente com os das Paróquias da Covilhã e arredores, receberam o Sacramento da Confirmação, numa Celebração realizada na Vila do Carvalho.

Foi para mim uma enorme alegria e satisfação pessoal levar este seis jovens a realizar este Sacramento... o grande desafio que me foi colocado no ínicio do ano, em aceitar este "Grupo Rebelde", revelou-se um grande prazer pois encontrei jovens bastante dedicados e com grandes potencialidades que apenas precisavam de pessoas que acreditassem neles.


Em meu nome e dos restantes catequistas que comigo estiveram este ano (Bruno Mateus e Rui Raposo) quero agradecer e deixar o meu muito obrigado a este jovens!!

Aproveito ainda a oportunidade para informar a Comunidade Paroquial que um ciclo se encerra e neste campo dou por concluida a minha participação na Catequese Paroquial do Ferro... este foi o meu último ano como Catequista... a todos os que me ajudaram a realizar muitos projectos ao longo destes 13 anos o meu muito muito obrigado !!

Fotos da entrega dos diplomas do Sacramento do Crisma cedidas, gentilmente, por "Foto Video Fortuna" - Clique AQUI

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Profissão de Fé (11-6-2009) + Diplomas Crisma

Na passada quinta-feira, dia de Corpo de Deus, realizou-se na Igreja do Ferro, pelos meninos e meninas do 6º Ano de Catequese, a Profissão de Fé.


Na mesma Eucaristia, procedeu-se à entrega dos diplomas do crisma, que se realizou no domingo passado na Vila do Carvalho.


A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns às crianças do 6º Ano de Catequese, e aos jovens do 10º Ano que realizaram o crisma, e todos eles MUITOS PARABÉNS



Para recordar todos estes momentos, o fotografo Fernando Fortuna (Foto Video Fortuna - Ferro), realizou toda a reportagem fotográfica, a todos os interessados, entrem em contacto com o mesmo, no entanto poderão visualizar todas as fotos, CLIQUE AQUI


quinta-feira, 11 de junho de 2009

XI Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita». Jesus dizia ainda: «A que havemos de comparar o reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar? É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra». Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender. E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos. (Mc 4, 26-34)

O Reino de Deus não aparece de um momento para o outro: o seu crescimento é lento, como o de uma árvore. Tal como o cedro descrito na profecia de Ezequiel, «o justo florescerá e dará fruto». São Paulo diz-nos que o cristão é o homem da esperança, esperança essa que depositamos em Cristo, o semeador da palavra de Deus. Assim se constrói o Reino de Deus: um Reino de paz, amor e justiça.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Corpo de Deus

No primeiro dia dos Ázimos, em que se imolava o cordeiro pascal, os discípulos perguntaram a Jesus: «Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?». Jesus enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à cidade. Virá ao vosso encontro um homem com uma bilha de água. Segui-o e, onde ele entrar, dizei ao dono da casa: «O Mestre pergunta: Onde está a sala, em que hei-de comer a Páscoa com os meus discípulos?». Ele vos mostrará uma grande sala no andar superior, alcatifada e pronta. Preparai-nos lá o que é preciso». Os discípulos partiram e foram à cidade. Encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito e prepararam a Páscoa. Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, recitou a bênção e partiu-o, deu-o aos discípulos e disse: «Tomai: isto é o meu Corpo». Depois tomou um cálice, deu graças e entregou-lho. E todos beberam dele. Disse Jesus: «Este é o meu Sangue, o Sangue da nova aliança, derramado pela multidão dos homens. Em verdade vos digo: Não voltarei a beber do fruto da videira, até ao dia em que beberei do vinho novo no reino de Deus». Cantaram os salmos e saíram para o monte das Oliveiras. (Mc 14, 12-16.22-26)

Comungar o Corpo de Cristo significa assimilar a realidade humana de Cristo e identificar-se com ele no cumprimento da vontade do Pai. Significa oferecer a nossa pessoa, para que Ele possa continuar a viver, a sofrer, a doar-Se e a ressuscitar em nós. Para que produza resultado, a Eucaristia deve ser recebida com fé, isto é, com a disposição de se deixar transformar na pessoa de Jesus.


Neste dia, do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, os adolescentes do 6.º Ano de Catequese vão celebrar a sua Comunhão Solene, mais conhecida entre nós como Profissão de Fé.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Santíssima Trindade

Naquele tempo, os onze discípulos partiram para a Galileia, em direcção ao monte que Jesus lhes indicara. Quando O viram, adoraram-n’O; mas alguns ainda duvidaram. Jesus aproximou-Se e disse-lhes: «Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. Ide e ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos». (Mt 28, 16-20)

A festa da Santíssima Trindade é um convite para contemplar "um Deus em três pessoas", que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.
Na Santíssima Trindade encontramos:
- o
Pai, aquele que tomou a iniciativa de salvar os homens, destinando-os a uma felicidade eterna, na sua família;
-
o Filho, aquele que realizou essa obra de salvação, com a sua vinda ao mundo e a sua fidelidade até a morte;
- o
Espírito, o Amor que une o Pai com o Filho, aquele que foi infundido no coração de todos os cristãos no Baptismo


As crianças do 2.º ano de Catequese celebram neste dia a Festa do Pai Nosso.


domingo, 31 de maio de 2009

Festa do Coração de Maria

A Festa do Coração de Maria é ja tradicional na Paróquia do Ferro, no último Domingo do mês de Agosto. Este ano será no dia 30 de Agosto.

O Conselho Pastoral Paroquial definiu o seguinte:

OBJECTIVOS DA FESTA DO CORAÇÃO DE MARIA DO FERRO
1) Desenvolver a renovação espiritual pelo culto ao Imaculado Coração de Maria.
2) Possibilitar o convívio entre os paroquianos devotos.
3) Angariar fundos para apoiar o arranjo do telhado da Igreja Paroquial.

Convidam-se todos os interessados na organização desta festa a estarem presentes na próxima reunião do Conselho Pastoral Paroquial, que se irá realizar no dia 12 de Junho às 21:30, no salão da antiga casa paroquial.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Vigília de Pentecostes

No último dia, o mais solene da festa, Jesus estava de pé e exclamou: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba: do coração daquele que acredita em Mim correrão rios de água viva». Referia-se ao Espírito que haviam de receber os que acreditassem n’Ele. O Espírito ainda não viera, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado. (Jo 7, 37-39)

A festa de Pentecostes é a conclusão do tempo pascal.
Na primeira leitura, Lucas descreve como o Espírito Santo transforma profundamente os apóstolos e une numa mesma comunidade de amor povos de todas as raças e culturas.
A segunda leitura recorda a actuação do Espírito Santo na Comunidade: os dons provindos do único Espírito não podem criar competição, mas devem servir para promover a unidade.
No Evangelho, João situa a recepção do Espírito Santo no anoitecer do dia de Páscoa. O "anoitecer", as "portas fechadas", o "medo", revelam a situação de uma comunidade desorientada e insegura. Entretanto, Jesus aparece "no meio deles". Os discípulos redescobrem o seu ponto de referência e recuperam a sua identidade. Jesus deseja-lhes a paz, mostra-lhes da entrega total e amorosa de Jesus na cruz, comunica o Espírito e explicita a missão dos discípulos, enviando-os. Embora as perspectivas de João e de Lucas sejam diferentes, a finalidade é a mesma. Ambos mostram que o Espírito que sustentou a luta de Jesus para realizar o projecto de Deus é o mesmo Espírito que anima agora as lutas da comunidade cristã.
Na nossa vida continua também um Pentecostes. No dia da nossa Crisma recebemos a plenitude do Espírito Santo, para nos tornar cristãos adultos, actuantes e responsáveis na Igreja, assumindo uma missão própria, segundo a nossa vocação. O Espírito Santo continua presente em nós e em nossas comunidades. Os jovens do 8.º Ano e do 9.º Ano da Catequese celebram assim a Festa da Vida e a Festa do Espírito Santo. Que Ele ilumine os nossos passos, o nosso agir e as nossas escolhas, que nos dê coragem e alegria para sermos verdadeiros discípulos e missionários de Cristo.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

31 de Maio - Reunião do Conselho Pastoral Paroquial


No próximo dia 31 de Maio, haverá reunião de Conselho Pastoral Paroquial na Igreja do Ferro.


Pede-se a todos os representantes que estejam presentes.


Reunião de Catequistas (29-5-2009) Sexta Feira


No próximo dia 29 de Maio, haverá reunião de catequistas na Casa Paroquial do Ferro, pelas 21h30.


Pede-se a todos os catequistas que estejam presentes.


sexta-feira, 22 de maio de 2009

Um novo Blog para comemorar as 35 000 Visitas


Março de 2007 marca o inicio do Blog da Paróquia do Ferro… Já lá vão cerca de dois anos e alguns meses… muito se escreveu aqui… muito se divulgou… Este passou a ser o espaço de eleição para divulgar a "Vida" da Nossa Comunidade Paroquial.

Neste momento o Blog aproxima-se já das 35 000 visitas e por forma a comemorar este número resolvemos dar-lhe uma nova “imagem”…

Esperamos, sinceramente, que cada vez mais este Blog seja visitado pelos membros da Nossa Comunidade (e não só) e que constitua uma nova forma de Evangelização.


Escala de Leitores (Sábados)



Tá disponivel online a Escala de Leitores (Sábados), escala essa de 2-5-2009 a 15-8-2009

Escala Leitores - Clique Aqui

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Matrimónio

O grupo Cantar em Sol Maior tem sido solicitado diversas vezes para dinamizar casamentos. Uma vez que se trata de uma cerimónia essencialmente dos noivos e para os noivos, fazemos questão de que sejam estes a escolher os cânticos da celebração.
No nosso site, em
www.cantaremsolmaior.pt.la, poderão consultar a secção “Matrimónio”, onde encontrarão sugestões de cânticos e leituras, e ainda um exemplo de guião da celebração. Esperamos que seja útil!

Ascensão do Senhor

Naquele tempo, Jesus apareceu aos Onze e disse-lhes: «Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo; mas quem não acreditar será condenado. Eis os milagres que acompanharão os que acreditarem: expulsarão os demónios em meu nome; falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem veneno, não sofrerão nenhum mal; e quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados». E assim o Senhor Jesus, depois de ter falado com eles, foi elevado ao Céu e sentou-se à direita de Deus. Eles partiram a pregar por toda a parte e o Senhor cooperava com eles, confirmando a sua palavra com os milagres que a acompanhavam. (Mc 16, 15-20)

Com a festa da Ascensão do Senhor, queremos celebrar o final da missão terrena de Cristo e o início da missão salvadora da Igreja.
Na primeira leitura, Lucas introduz a despedida de Jesus em Jerusalém, sublinhando a vinda do Espírito Santo e o testemunho que os discípulos deverão dar.
Na segunda leitura, São Paulo define a relação entre Cristo e a Igreja: formamos com Ele um Corpo destinado à Vida Plena, por isso, devemos viver uma comunhão total com Ele e com todos os nossos irmãos.
O Evangelho narra a o envio que Jesus faz aos seus discípulos, pois a Igreja de Cristo é essencialmente uma Comunidade Missionária, cuja missão é testemunhar no mundo a proposta de salvação e de libertação que Jesus veio trazer aos homens e deixou nas mãos e no coração dos discípulos.
A Ascensão do Senhor reforça a esperança da nossa Ascensão, lembra-nos que somos enviados de Cristo para continuar e completar a sua obra e que esse trabalho não dependerá apenas das nossas forças, pois podemos contar com o auxílio do Espírito Santo.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

VI Domingo da Páscoa

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vou ameis uns aos outros». (Jo 15, 9-17)

Antes de partir para o Pai, Jesus promete aos Seus discípulos que lhes enviará o Espírito Santo, que se irá difundir-se também sobre os pagãos, como refere a primeira leitura.
Na segunda leitura, São João apresenta-nos a mais bela definição do Senhor: “Deus é Amor”.
E ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos, como demonstra o Evangelho deste dia.
As leituras deste dia preparam-nos para as festas seguintes: Ascensão do Senhor, Pentecostes e Santíssima Trindade.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

V Domingo da Páscoa

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto. Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos». (Jo 15, 1-8)

A maior aspiração do homem do nosso tempo é construir um mundo novo, em que a injustiça e a exploração do homem pelo homem não possam ter lugar.
A história da conversão de São Paulo, contada na primeira leitura, ensina-nos como viver a fé em comunidade.
Diz-nos ainda São João, na segunda leitura: “Não amemos com palavras e com a língua, mas com obras e de verdade”.
Desta forma tornar-nos-emos na verdadeira vide de que fala o Evangelho deste dia. A nova vinha cobrirá o mundo inteiro com os seus ramos e irá enriquecê-lo com os seus frutos.
Tendo Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, como exemplo de fé, as crianças do 3.º Ano de Catequese celebram na Eucaristia deste sábado a Festa da Avé Maria.


quinta-feira, 30 de abril de 2009

IV Domingo da Páscoa

Naquele tempo, disse Jesus. «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a minha vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai». (Jo 10, 11-18)

Jesus Cristo é o único e perfeito Pastor. Conhece de perto a nossa condição humana e oferece a Sua vida pela salvação de todos. “Em nenhum outro há salvação”, como diz Pedro na primeira leitura.
Com a vinda de Cristo, tornamo-nos realmente Filhos de Deus, diz São João na segunda leitura.
Seguir o exemplo de Jesus Cristo, o Bom Pastor, e os seus ensinamentos no Evangelho, ajuda-nos a viver em perfeita comunhão com Deus e com os homens, nossos irmãos
.


terça-feira, 28 de abril de 2009

Reunião de Catequistas (30-4-2009)


No próximo dia 30 de Abril, haverá reunião de catequistas na Casa Paroquial do Ferro, pelas 21h30.


Pede-se a todos os catequistas que estejam presentes.


domingo, 26 de abril de 2009

Mês de Maria (2009)

Calendarização e distribuição dos Grupos e Movimentos no Mês de Maria - Clique Aqui

Dia 1 Maio - Oração Inicial: Clique Aqui
Dia 31 Maio - Oração Final: Clique Aqui

Horário: Dias de Semana - 20h30
Sábados - 19h30


1 de Maio
Introdução: 1º Ano de Catequese
1º Mistério: 10º Ano de Catequese
2º Mistério: 4º Ano de Catequese
3º Mistério: Leitores
4º Mistério: 7º Ano de Catequese
5º Mistério: Cantar em Sol Maior
Oração Final: 6º Ano de Catequese

31 de Maio
Introdução: 2º Ano de Catequese
1º Mistério: 9º Ano de Catequese
2º Mistério: 3º Ano de Catequese
3º Mistério: Escuteiros
4º Mistério: 8º Ano de Catequese
5º Mistério: Ministros Extraordinários da Comunhão
Oração Final: 5º Ano de Catequese

Escala de Acólitos (Maio e Junho 2009)

Escala de Acólitos (Maio e Junho 2009)

Clique aqui, para ver a Escala de Acólitos

quinta-feira, 23 de abril de 2009

III Domingo da Páscoa

Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi, quando ainda estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’». Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de todas estas coisas». (Lc 24, 35-48)

Tal como os primeiros discípulos, é na “Fracção do Pão” que nós reconhecemos hoje o Senhor Jesus; na Eucaristia, Ele torna-se nosso contemporâneo.
Tal como nos é explicado na primeira leitura, embora não tenhamos conhecido directamente Jesus Cristo, temos hoje a oportunidade de nos converter, pois a Sua acção renovadora continua através dos sacramentos.
Cristo, que é o nosso advogado junto do Pai, fortifica a nossa fé e sustenta a nossa fidelidade, incentivando-nos a guardar os mandamentos da Lei de Deus, como São João explica na segunda leitura.
Com a leitura atenta do Evangelho podemos compreender a importância da Eucaristia nos nossos dias. Na primeira parte, a Liturgia da Palavra, Jesus está presente para alimentar e fortalecer a nossa fé com o Pão da Sua Palavra. Na segunda parte, Apresentação dos Dons, Oração Eucarística e Comunhão, Jesus torna presente o sacrifício do Seu Corpo e Sangue, para que nós próprios nos ofereçamos ao Pai. Não podemos, portanto, limitar-nos a “assistir à Missa” em cada Domingo; temos de participar consciente e activamente na Eucaristia.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

II Domingo da Páscoa

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome. (Jo 20, 19-31)

A liturgia deste dia, revivendo ainda a alegria pelo Cristo Ressuscitado, apresenta-nos a nova comunidade que nasce da Cruz e da Ressurreição: a Igreja.
A primeira leitura descreve a primeira comunidade cristã, que vivia unida em perfeita comunhão de bens, não esquecendo a importância do ensino dos cristãos e da celebração da fé. É uma comunidade que dá testemunho, provocando admiração e simpatia do povo e atraindo novos membros.
A segunda leitura lembra que a fé cristã não passa apenas pela aceitação da mensagem de Jesus como a mais bela de todas, mas também pela adesão pessoal a Cristo como Homem e como Messias, Filho de Deus.
O Evangelho apresenta-nos Cristo como o centro da comunidade cristã. Em redor dele, a comunidade estrutura-se e vence o medo e a hostilidade do mundo; as portas estão trancadas, mas Cristo abre-as com a força do Espírito Santo, oferecendo-nos através dele a paz e o perdão. Mas exige fé. Tal como Tomé, também nós não encontramos as provas físicas da Ressurreição de Cristo; mas podemos conhecê-l’O se passarmos da visão à fé, podemos encontrá-l’O nos sacramentos, e é agora na comunidade da Igreja que descobrimos as provas de que Ele está vivo. Assim, cada reunião em comunidade é uma pequena Páscoa.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Páscoa

Depois de passar o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram aromas para irem embalsamar Jesus. E no primeiro dia da semana, partindo muito cedo, chegaram ao sepulcro ao nascer do sol. Diziam umas às outras: «Quem nos irá revolver a pedra da entrada do sepulcro?» Mas, olhando, viram que a pedra já fora revolvida; e era muito grande. Entrando no sepulcro, viram um jovem sentado do lado direito, vestido com uma túnica branca, e ficaram assustadas. Mas ele disse-lhes: «Não vos assusteis. Procurais a Jesus de Nazaré, o Crucificado? Ressuscitou: não está aqui. Vede o lugar onde O tinham depositado. Agora ide dizer aos seus discípulos e a Pedro que Ele vai adiante de vós para a Galileia. Lá O vereis, como vos disse».
(Mc 16, 1-8)

A Liturgia dessa noite celebra o facto mais importante da História da Salvação, o Mistério mais profundo de nossa fé: a Ressurreição do Senhor. É a Liturgia mais solene e rica de todo o ano litúrgico. Por isso, vamos aprofundar os seus diversos momentos.

-
Liturgia da Luz. Cristo, simbolizado pelo círio pascal, é trazido solenemente a um lugar de destaque na celebração. Diante desse Círio, proclamamos o hino pascal, pela vitória de Cristo sobre as trevas da morte e do pecado.

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Liturgia da Palavra. São apresentadas algumas leituras bíblicas do Antigo Testamento, que nos narram etapas importantes da História da Salvação: a criação; a libertação do povo de Moisés, pela travessia do Mar Vermelho; os profetas, que são enviados para relembrar a aliança entre Deus e o seu povo. Na Epístola, São Paulo fala acerca da vida nova que o Baptismo nos oferece. O Evangelho relata a Ressurreição de Cristo.

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Liturgia do Baptismo. A água é símbolo da vida nova recebida no Baptismoo, que na Igreja primitiva se realizava nessa noite e hoje se renova.

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Liturgia Eucarística. É o Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada domingo deve ser uma pequena Páscoa, em que, relembrando a Páscoa de Cristo, queremos reabastecer-nos pela palavra de Deus e pelo pão da Vida, para continuarmos a nossa marcha para a Terra Prometida.


O grupo “Cantar em Sol Maior” deseja a todos uma Páscoa Feliz, que nos possa revestir de uma vida nova.


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Domingo de Ramos

Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Naquele tempo, os príncipes dos sacerdotes foram entregar Jesus a Pilatos, que Lhe perguntou: «Tu és o Rei dos judeus?» Jesus respondeu: «É como dizes». E os príncipes dos sacerdotes faziam muitas acusações contra Ele. Pela festa da Páscoa, Pilatos costumava soltar-lhes um preso à sua escolha, e perguntou-lhes: «Quereis que vos solte o Rei dos Judeus?» Mas a multidão pediu que lhes soltasse antes Barrabás. Pilatos perguntou-lhes: «Então, que hei-de fazer d’Aquele que chamais o Rei dos Judeus?» Eles gritaram: «Crucifica-O!» Os soldados levaram Jesus para ser crucificado, revestiram-n’O com um manto de púrpura e puseram-Lhe na cabeça uma coroa de espinhos. Requisitaram Simão de Cirene para Lhe levar a cruz e levaram Jesus para o Lugar do Calvário. Depois crucificaram-n’O e repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte. Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. O letreiro que indicava a causa da condenação tinha escrito: «Rei dos Judeus». Crucificaram com Ele dois salteadores, um à direita e outro à esquerda. Quando chegou o meio-dia, as trevas envolveram toda a terra até às três horas da tarde. E então Jesus exclamou com voz forte: «Eloí, Eloí, lema sabactáni?», que quer dizer, «Meu Deus, Meu Deus, porque Me abandonastes?» Alguém correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta de uma cana, deu-Lhe a beber. Então Jesus, soltando um grande brado, expirou. O véu do templo rasgou-se em duas partes de alto a baixo. O centurião que estava em frente de Jesus, ao vê-l’O expirar daquela maneira, exclamou: «Na verdade, este homem era Filho de Deus».
(adaptado de Mc 14, 1 – 15, 47)



Jesus assume a condição humana. Vive para os outros, para os homens seus irmãos. Vive para Deus Seu Pai. Realiza, assim, os dois mandamentos maiores: amar a Deus, amar os irmãos! A presença de Jesus, a Sua palavra, a Sua afeição para com os pecadores, os seus gestos de cura, a Sua bondade para com todos, o Seu sentido da humanidade e o Seu sentido de Filho de Deus, são a forma concreta de nos mostrar que a vida só vale a pena quando é uma vida dada!
Celebrar a Paixão e Morte de Jesus é contemplar a mais espantosa história de amor. Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites e fragilidades, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações, tremeu perante a morte, suou sangue antes de aceitar a vontade do Pai; e, estendido no chão, atraiçoado, abandonado, incompreendido, continuou a amar. Não é o sofrimento de Jesus que nos salva, mas o amor com que viveu esse sofrimento. O que nos toca na paixão de Jesus é a força desse amor, que vai até à morte.
A Fé nasce do nosso encontro com o Senhor, ao sentirmo-nos amados por Ele. A experiência deste amor é decisiva para a nossa vida: faz-nos mudar, leva à conversão, reconcilia-nos com Deus, faz crescer a Fé. Porque se trata de uma experiência de amor, é fácil concluir que o nosso coração é o lugar privilegiado para este encontro com Deus. A Fé é por isso uma adesão pessoal, que fazemos livremente, quando descobrimos que o Amor habita todas as realidades, que o Amor é Vida em nós!

Como me encontrei com Deus nesta Quaresma?

quinta-feira, 26 de março de 2009

V Domingo da Quaresma

Se o grão de trigo, lançado à terra, morrer, dará muito fruto.

Naquele tempo, alguns gregos que tinham vindo a Jerusalém para adorar nos dias da festa, foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido: «Senhor, nós queríamos ver Jesus». Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus. Jesus respondeu-lhes: «Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará. Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome». Veio então do Céu uma voz que dizia: «Já O glorifiquei e tornarei a glorificá-l’O». A multidão que estava presente e ouvira dizia ter sido um trovão. Outros afirmavam: «Foi um Anjo que Lhe falou». Disse Jesus: «Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir; foi por vossa causa. Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado. Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim». Falava deste modo, para indicar de que morte ia morrer.
(Jo 12, 20-33)



PENITÊNCIA



Na linguagem comum dizemos que fazemos uma penitência quando fazemos alguma coisa difícil ou que nos custa. Em linguagem religiosa dizemos que fazemos uma penitência quando fazemos alguma coisa que nos ajuda a reorientar as nossas relações para o amor a Deus e aos outros, quer tenha sido difícil e custosa quer tenha sido fácil e agradável. O essencial da penitência não é o custar-nos mas o mudar-nos. Penitência é a abertura do coração ao amor. Acontece por dentro, no coração. Ninguém vê, só Deus, que vê no segredo. Vêem-se depois os frutos, nas nossas relações aumenta a fé, aumenta a esperança, aumenta o amor. Aumenta a nossa capacidade de entrega na vida do dia-a-dia.
O sentido da penitência está implícito no Evangelho de hoje, a ideia de “perder” alguma coisa para ganhar ou dar a ganhar algo de muito maior e mais profundo, que é a nossa vida em Deus. O que importa jejuar ou fazer outros sacrifícios, se isso não tiver um sentido, se não for um exercício de liberdade interior e de maior ligação ao que é essencial?
A penitência tem que ser movida pelo amor, pela vontade de mudar, de deixar para trás o homem velho, tem de ser um exercício para sermos o homem novo, convertido pelo amor.

Em que é que tenho de morrer, para dar fruto?

quinta-feira, 19 de março de 2009

IV Domingo da Quaresma

Deus enviou o Seu Filho, para que o mundo seja salvo por Ele.

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna e Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem acredita n’Ele não é condenado, mas quem não acredita já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus. E a causa da condenação é esta luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que luz, porque eram más as suas obras. Todo aquele que pratica más acções odeia a luz e não se aproxima dela, para que as suas obras não sejam denunciadas. Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz, para que as suas obras sejam manifestas, pois são feitas em Deus.»
(Jo 3, 14-21)



DOAÇÃO

Neste Quarto Domingo da Quaresma, o conceito fundamental e central face ao qual nos coloca a Palavra de Deus é evidenciado nesta frase de S. Paulo nos Actos dos Apóstolos: “A felicidade está mais em dar do que em receber”. No fragmento do Evangelho de João, Jesus dá-nos a conhecer o que de mais grandioso existe no coração e no actuar do Pai: o amor gratuito pela humanidade, que vai além de todo o previsível, de todo o cálculo, de qualquer conveniência ou direito, entrando no mistério profundo da gratuidade de Deus que é Amor. Jesus irá sigilar o gesto do Pai com o dom da Sua entrega total na cruz, em que dá tudo o que é, tudo o que tem: a Sua Mãe, o Seu perdão a Sua vida.
Antecipação do dom derradeiro que é a dádiva da Sua vida, Jesus oferece-nos a expressão mais perfeita do amor, o Seu perdão: “Perdoa-lhes, ó Pai, porque não sabem o que fazem”. O perdão é o dom que Jesus faz à humanidade. Por isso, a cruz é o sinal inequívoco do amor totalmente gratuito, a representação inesgotável e insuperável do perdão, da reconciliação.
Falar de gratuidade pressupõe uma atitude de despojamento e abertura, de escuta e resposta, de conhecimento e adesão à auto-comunicação de Deus, aos Seus dons, à Sua graça, tudo visto como convite a uma relação que se transfigura numa amizade, numa vontade de Lhe responder, de forma activa, em reciprocidade de dom, de tal modo que, sentindo-nos ternamente amados por Deus, aprendemos a amar e a servir como Ele, repartindo os dons recebidos, num empenho crescente por tornar conhecido este Deus-Amor. O reconhecimento do Deus-Vivo é um caminho para o amor, um amor que cresce através do amor.

A doação está realmente presente na minha vida?

quarta-feira, 18 de março de 2009

Festa do Credo (5º Ano)

No passado dia 14 de Março, o 5º Ano da Catequese dinamizaram a Celebração com a realização da Festa do Credo.

A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns às crianças do 5º Ano de Catequese.

Agradecemos o excelente trabalho desempenhado pelos catequistas: Vera Gaiola e Sofia.

quinta-feira, 12 de março de 2009

III Domingo da Quaresma

Destruí este templo e em três dias o levantarei.

Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Encontrou no templo os vendedores de bois, de ovelhas e de pombas e os cambistas sentados às bancas. Fez então um chicote de cordas e expulsou-os a todos do templo, com as ovelhas e os bois; deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derrubou-lhes as mesas; e disse aos que vendiam pombas: «Tirai tudo isto daqui; não façais da casa de meu pai uma casa de comércio». Os discípulos recordaram-se do que estava escrito: «Devora-me o zelo pela ta casa». Então os judeus tomaram a palavra e perguntaram-Lhe: «Que sinal nos dás de que podes proceder deste modo?» Jesus respondeu-lhes: «Destruí este templo e em três dias o levantarei». Disseram os judeus: «Foram precisos quarenta e seis anos para construir este templo e Tu vais levantá-lo em três dias?» Jesus, porém, falava do templo do seu corpo. Por isso, quando Ele ressuscitou dos mortos, os discípulos lembraram-se do que tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra de Jesus. Enquanto Jesus permaneceu em Jerusalém pela festa da Páscoa, muitos, ao verem os milagres que fazia, acreditaram no seu nome. Mas Jesus não se fiava deles, porque os conhecia a todos e não precisava de que Lhe dessem informações sobre ninguém. Ele bem sabia o que há no homem o elucidasse acerca das pessoas, pois sabia o que há dentro delas.

(Jo 2, 13-25)




LIBERTAÇÃO

Todos guardamos memória do tempo em que, para prepararmos um teste, olhávamos para a “matéria”, procurando o que era “mais importante”. Trabalho árduo, em que normalmente recebíamos ajuda, era também um momento estruturante, porque nos arrumava, por dentro, e nos fixava no essencial.
Nesta sociedade consumista, pode acontecer que a preocupação do que é essencial se tenha esbatido. Mas neste tempo de Quaresma somos particularmente desafiados ao essencial: à atenção, à disponibilidade, ao acolhimento da presença de Deus e da Sua mensagem. Não se trata de largarmos as nossas obrigações e os nossos compromissos para passarmos o dia na Igreja. Pelo contrário, trata-se de pôr a verdade na nossa vida, de ir aprendendo a distinguir o que é essencial do que é acessório. Mas o essencial o que é? Mais do que o cumprimento exterior dos preceitos, em vista da salvação, Deus convida-nos à gratuidade do amor. A Quaresma é um tempo privilegiado para crescer nessa atitude, para deixar cair as cadeias da superficialidade e para viver a maravilhosa experiência da liberdade dos filhos de Deus.
É por amor do Pai que Jesus actua e expulsa os vendilhões do Templo. Deve ser também por exigência de amor, numa escolha livre e libertadora, que vamos identificar em nós e fora de nós (no templo que cada um é e no templo que é a comunidade) os vendilhões que queremos expulsar: o egoísmo, a injustiça, a hipocrisia, o pessimismo, o medo, a mentira, a violência e tudo o mais que profana o espaço sagrado.
Na Eucaristia Vespertina deste dia, os elementos do 5.º ano de Catequese realizam a Festa do Credo, lembrando-nos do que é essencial na vivência da Fé. Vamos aproveitar este tempo da Quaresma, que é o tempo favorável à conversão, para procurarmos libertar-nos de tudo o que impede a nossa construção interior e não nos deixa livres para vivermos uma relação verdadeira com Deus e com os
outros.


Tenho consciência de que sou templo vivo de Deus?


domingo, 8 de março de 2009

Via Sacra

No próximo dia 21 de Março, pelas 20 horas (após a Eucaristia) irá realizar-se no Ferro uma Via Sacra, em que tentaremos recriar a história da Paixão de Cristo, num conjunto de 14 estações que nos ajudam a reviver os últimos momentos da sua vida na terra.
Esta actividade terá lugar na Igreja Paroquial do Ferro e vai ser dinamizada pela Catequese, pelos Escuteiros e pelo Grupo “Cantar em Sol Maior”. Contamos com a presença de todos!


quinta-feira, 5 de março de 2009

II Domingo da Quaresma

Este é o Meu Filho muito amado.

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias». Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados. Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o Meu Filho muito amado: escutai-O». De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles. Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.


(Mc 9, 2-10)



ORAÇÃO

Se nos expusermos regularmente a um encontro com Deus, através da oração pessoal, vai ocorrer dentro de nós uma mudança. Esses encontros transformam-nos, são como uma fonte de água que nos traz vida em abundância. Segundo nos dizem os Evangelhos, Jesus disse de si mesmo: “Eu sou a Luz”. Não foi em vão! Deixemos que a Luz nos ilumine.
A leitura da Transfiguração do Senhor, como outras nos Evangelhos, mostra-nos o lugar que a oração ocupava na vida de Jesus. Ele não a dispensa, e quanto mais importante e difícil é o momento que está a viver, mais se entrega ao diálogo com Deus, procurando luz, conforto e força para ser fiel à missão que o Pai Lhe confiou.
Ao convidar os seus amigos mais próximos, para irem com Ele à montanha orar, Jesus quer levá-los à experiência do encontro com Deus na oração e como é bom estar na presença de Deus e no diálogo com Ele. Na sua oração Jesus transfigura-se, envolvendo os discípulos na sua glória em Deus. É por isso que Pedro solta, cheio de contentamento, aquele desabafo: “Senhor, que bom seria ficarmos aqui; façamos três tendas”. Pedro desejava ficar sempre ali. Sentiu o desejo de se instalar.
A oração, que inclui disponibilidade à presença de Deus, escuta da Palavra e contemplação, é a fonte onde vamos buscar força para sermos fiéis à mensagem de Jesus. Se, à semelhança de Jesus, e com Ele, nos deixarmos transfigurar, transfiguramos o mundo através da nossa conversão. A luz da Transfiguração deve levar-nos, no nosso dia-a-dia, a sermos capazes de transformar as situações de dor em conforto, de ódio em amor, de vingança em perdão, de pecado em graça, de morte em vida.


Que aspectos da minha vida quero deixar transfigurar por Deus?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Festa da Palavra (4º Ano)


No passado dia 28 de Fevereiro, o 4º Ano da Catequese dinamizaram a Celebração com a realização da Festa da Palavra.

A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns às crianças do 4º Ano de Catequese.

Agradecemos o excelente trabalho desempenhado pelos catequistas: Helena, Lidia Cleto, Marta e Ana Tiago.