Naquele tempo, disse Jesus. «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a minha vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai». (Jo 10, 11-18)
Jesus Cristo é o único e perfeito Pastor. Conhece de perto a nossa condição humana e oferece a Sua vida pela salvação de todos. “Em nenhum outro há salvação”, como diz Pedro na primeira leitura.
Com a vinda de Cristo, tornamo-nos realmente Filhos de Deus, diz São João na segunda leitura.
Seguir o exemplo de Jesus Cristo, o Bom Pastor, e os seus ensinamentos no Evangelho, ajuda-nos a viver em perfeita comunhão com Deus e com os homens, nossos irmãos.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
IV Domingo da Páscoa
terça-feira, 28 de abril de 2009
Reunião de Catequistas (30-4-2009)
domingo, 26 de abril de 2009
Mês de Maria (2009)
Dia 1 Maio - Oração Inicial: Clique Aqui
Dia 31 Maio - Oração Final: Clique Aqui
Horário: Dias de Semana - 20h30
Sábados - 19h30
1 de Maio
Introdução: 1º Ano de Catequese
1º Mistério: 10º Ano de Catequese
2º Mistério: 4º Ano de Catequese
3º Mistério: Leitores
4º Mistério: 7º Ano de Catequese
5º Mistério: Cantar em Sol Maior
Oração Final: 6º Ano de Catequese
31 de Maio
Introdução: 2º Ano de Catequese
1º Mistério: 9º Ano de Catequese
2º Mistério: 3º Ano de Catequese
3º Mistério: Escuteiros
4º Mistério: 8º Ano de Catequese
5º Mistério: Ministros Extraordinários da Comunhão
Oração Final: 5º Ano de Catequese
quinta-feira, 23 de abril de 2009
III Domingo da Páscoa
Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi, quando ainda estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’». Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de todas estas coisas». (Lc 24, 35-48)
Tal como os primeiros discípulos, é na “Fracção do Pão” que nós reconhecemos hoje o Senhor Jesus; na Eucaristia, Ele torna-se nosso contemporâneo.
Tal como nos é explicado na primeira leitura, embora não tenhamos conhecido directamente Jesus Cristo, temos hoje a oportunidade de nos converter, pois a Sua acção renovadora continua através dos sacramentos.
Cristo, que é o nosso advogado junto do Pai, fortifica a nossa fé e sustenta a nossa fidelidade, incentivando-nos a guardar os mandamentos da Lei de Deus, como São João explica na segunda leitura.
Com a leitura atenta do Evangelho podemos compreender a importância da Eucaristia nos nossos dias. Na primeira parte, a Liturgia da Palavra, Jesus está presente para alimentar e fortalecer a nossa fé com o Pão da Sua Palavra. Na segunda parte, Apresentação dos Dons, Oração Eucarística e Comunhão, Jesus torna presente o sacrifício do Seu Corpo e Sangue, para que nós próprios nos ofereçamos ao Pai. Não podemos, portanto, limitar-nos a “assistir à Missa” em cada Domingo; temos de participar consciente e activamente na Eucaristia.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
II Domingo da Páscoa
A liturgia deste dia, revivendo ainda a alegria pelo Cristo Ressuscitado, apresenta-nos a nova comunidade que nasce da Cruz e da Ressurreição: a Igreja.
A primeira leitura descreve a primeira comunidade cristã, que vivia unida em perfeita comunhão de bens, não esquecendo a importância do ensino dos cristãos e da celebração da fé. É uma comunidade que dá testemunho, provocando admiração e simpatia do povo e atraindo novos membros.
A segunda leitura lembra que a fé cristã não passa apenas pela aceitação da mensagem de Jesus como a mais bela de todas, mas também pela adesão pessoal a Cristo como Homem e como Messias, Filho de Deus.
O Evangelho apresenta-nos Cristo como o centro da comunidade cristã. Em redor dele, a comunidade estrutura-se e vence o medo e a hostilidade do mundo; as portas estão trancadas, mas Cristo abre-as com a força do Espírito Santo, oferecendo-nos através dele a paz e o perdão. Mas exige fé. Tal como Tomé, também nós não encontramos as provas físicas da Ressurreição de Cristo; mas podemos conhecê-l’O se passarmos da visão à fé, podemos encontrá-l’O nos sacramentos, e é agora na comunidade da Igreja que descobrimos as provas de que Ele está vivo. Assim, cada reunião em comunidade é uma pequena Páscoa.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Páscoa
A Liturgia dessa noite celebra o facto mais importante da História da Salvação, o Mistério mais profundo de nossa fé: a Ressurreição do Senhor. É a Liturgia mais solene e rica de todo o ano litúrgico. Por isso, vamos aprofundar os seus diversos momentos.
- Liturgia da Luz. Cristo, simbolizado pelo círio pascal, é trazido solenemente a um lugar de destaque na celebração. Diante desse Círio, proclamamos o hino pascal, pela vitória de Cristo sobre as trevas da morte e do pecado.
- Liturgia da Palavra. São apresentadas algumas leituras bíblicas do Antigo Testamento, que nos narram etapas importantes da História da Salvação: a criação; a libertação do povo de Moisés, pela travessia do Mar Vermelho; os profetas, que são enviados para relembrar a aliança entre Deus e o seu povo. Na Epístola, São Paulo fala acerca da vida nova que o Baptismo nos oferece. O Evangelho relata a Ressurreição de Cristo.
- Liturgia do Baptismo. A água é símbolo da vida nova recebida no Baptismoo, que na Igreja primitiva se realizava nessa noite e hoje se renova.
- Liturgia Eucarística. É o Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada domingo deve ser uma pequena Páscoa, em que, relembrando a Páscoa de Cristo, queremos reabastecer-nos pela palavra de Deus e pelo pão da Vida, para continuarmos a nossa marcha para a Terra Prometida.

O grupo “Cantar em Sol Maior” deseja a todos uma Páscoa Feliz, que nos possa revestir de uma vida nova.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Domingo de Ramos
Celebrar a Paixão e Morte de Jesus é contemplar a mais espantosa história de amor. Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites e fragilidades, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações, tremeu perante a morte, suou sangue antes de aceitar a vontade do Pai; e, estendido no chão, atraiçoado, abandonado, incompreendido, continuou a amar. Não é o sofrimento de Jesus que nos salva, mas o amor com que viveu esse sofrimento. O que nos toca na paixão de Jesus é a força desse amor, que vai até à morte.
A Fé nasce do nosso encontro com o Senhor, ao sentirmo-nos amados por Ele. A experiência deste amor é decisiva para a nossa vida: faz-nos mudar, leva à conversão, reconcilia-nos com Deus, faz crescer a Fé. Porque se trata de uma experiência de amor, é fácil concluir que o nosso coração é o lugar privilegiado para este encontro com Deus. A Fé é por isso uma adesão pessoal, que fazemos livremente, quando descobrimos que o Amor habita todas as realidades, que o Amor é Vida em nós!
quinta-feira, 26 de março de 2009
V Domingo da Quaresma
PENITÊNCIA
O sentido da penitência está implícito no Evangelho de hoje, a ideia de “perder” alguma coisa para ganhar ou dar a ganhar algo de muito maior e mais profundo, que é a nossa vida em Deus. O que importa jejuar ou fazer outros sacrifícios, se isso não tiver um sentido, se não for um exercício de liberdade interior e de maior ligação ao que é essencial?
A penitência tem que ser movida pelo amor, pela vontade de mudar, de deixar para trás o homem velho, tem de ser um exercício para sermos o homem novo, convertido pelo amor.
quinta-feira, 19 de março de 2009
IV Domingo da Quaresma

Antecipação do dom derradeiro que é a dádiva da Sua vida, Jesus oferece-nos a expressão mais perfeita do amor, o Seu perdão: “Perdoa-lhes, ó Pai, porque não sabem o que fazem”. O perdão é o dom que Jesus faz à humanidade. Por isso, a cruz é o sinal inequívoco do amor totalmente gratuito, a representação inesgotável e insuperável do perdão, da reconciliação.
Falar de gratuidade pressupõe uma atitude de despojamento e abertura, de escuta e resposta, de conhecimento e adesão à auto-comunicação de Deus, aos Seus dons, à Sua graça, tudo visto como convite a uma relação que se transfigura numa amizade, numa vontade de Lhe responder, de forma activa, em reciprocidade de dom, de tal modo que, sentindo-nos ternamente amados por Deus, aprendemos a amar e a servir como Ele, repartindo os dons recebidos, num empenho crescente por tornar conhecido este Deus-Amor. O reconhecimento do Deus-Vivo é um caminho para o amor, um amor que cresce através do amor.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Festa do Credo (5º Ano)
A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns às crianças do 5º Ano de Catequese.
Agradecemos o excelente trabalho desempenhado pelos catequistas: Vera Gaiola e Sofia.
quinta-feira, 12 de março de 2009
III Domingo da Quaresma

Nesta sociedade consumista, pode acontecer que a preocupação do que é essencial se tenha esbatido. Mas neste tempo de Quaresma somos particularmente desafiados ao essencial: à atenção, à disponibilidade, ao acolhimento da presença de Deus e da Sua mensagem. Não se trata de largarmos as nossas obrigações e os nossos compromissos para passarmos o dia na Igreja. Pelo contrário, trata-se de pôr a verdade na nossa vida, de ir aprendendo a distinguir o que é essencial do que é acessório. Mas o essencial o que é? Mais do que o cumprimento exterior dos preceitos, em vista da salvação, Deus convida-nos à gratuidade do amor. A Quaresma é um tempo privilegiado para crescer nessa atitude, para deixar cair as cadeias da superficialidade e para viver a maravilhosa experiência da liberdade dos filhos de Deus.
É por amor do Pai que Jesus actua e expulsa os vendilhões do Templo. Deve ser também por exigência de amor, numa escolha livre e libertadora, que vamos identificar em nós e fora de nós (no templo que cada um é e no templo que é a comunidade) os vendilhões que queremos expulsar: o egoísmo, a injustiça, a hipocrisia, o pessimismo, o medo, a mentira, a violência e tudo o mais que profana o espaço sagrado.
Na Eucaristia Vespertina deste dia, os elementos do 5.º ano de Catequese realizam a Festa do Credo, lembrando-nos do que é essencial na vivência da Fé. Vamos aproveitar este tempo da Quaresma, que é o tempo favorável à conversão, para procurarmos libertar-nos de tudo o que impede a nossa construção interior e não nos deixa livres para vivermos uma relação verdadeira com Deus e com os outros.
Tenho consciência de que sou templo vivo de Deus?
domingo, 8 de março de 2009
Via Sacra
Esta actividade terá lugar na Igreja Paroquial do Ferro e vai ser dinamizada pela Catequese, pelos Escuteiros e pelo Grupo “Cantar em Sol Maior”. Contamos com a presença de todos!
quinta-feira, 5 de março de 2009
II Domingo da Quaresma
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias». Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados. Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o Meu Filho muito amado: escutai-O». De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles. Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.
(Mc 9, 2-10)

A leitura da Transfiguração do Senhor, como outras nos Evangelhos, mostra-nos o lugar que a oração ocupava na vida de Jesus. Ele não a dispensa, e quanto mais importante e difícil é o momento que está a viver, mais se entrega ao diálogo com Deus, procurando luz, conforto e força para ser fiel à missão que o Pai Lhe confiou.
Ao convidar os seus amigos mais próximos, para irem com Ele à montanha orar, Jesus quer levá-los à experiência do encontro com Deus na oração e como é bom estar na presença de Deus e no diálogo com Ele. Na sua oração Jesus transfigura-se, envolvendo os discípulos na sua glória em Deus. É por isso que Pedro solta, cheio de contentamento, aquele desabafo: “Senhor, que bom seria ficarmos aqui; façamos três tendas”. Pedro desejava ficar sempre ali. Sentiu o desejo de se instalar.
A oração, que inclui disponibilidade à presença de Deus, escuta da Palavra e contemplação, é a fonte onde vamos buscar força para sermos fiéis à mensagem de Jesus. Se, à semelhança de Jesus, e com Ele, nos deixarmos transfigurar, transfiguramos o mundo através da nossa conversão. A luz da Transfiguração deve levar-nos, no nosso dia-a-dia, a sermos capazes de transformar as situações de dor em conforto, de ódio em amor, de vingança em perdão, de pecado em graça, de morte em vida.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Festa da Palavra (4º Ano)

A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns às crianças do 4º Ano de Catequese.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
I Domingo da Quaresma

A Quaresma é um tempo de arrependimento, um caminho de conversão. Ao iniciar este tempo, será útil desenvolver uma atitude de atenção, de concentração e observação interior.
“Dá atenção a ti mesmo para dares atenção a Deus”, comenta S. Basílio. Deste modo, olhamos o nosso desejo, as nossas expectativas, o nosso amor. Esta atenção luta contra os pensamentos que nos distraem, que nos afastam do essencial. A atenção é a diligente sentinela do nosso coração. Impedindo a entrada a afectos intrusos, ela assegura um processo de purificação que, em si, é já oração.
Efectivamente, a atenção é um estado de vigília, de lucidez, que se opõe aos impulsos do espírito humano que tendem a embrutecê-lo, como a preguiça, a negligência, a superficialidade, a dispersão. O exercício da atenção não é fácil, mas confere realidade àquilo que verdadeiramente esperamos e desejamos.
Numa perspectiva de espírito da Quaresma, seria bom que cada um de nós levasse a cabo um exercício de reflexão, dando atenção a si próprio, aos seus pensamentos, desejos, projectos, atitudes…e também a Deus que nos fala na Sua Palavra e nos acontecimentos.
Na Eucaristia Vespertina deste dia, as crianças do 4.º ano de Catequese realizam a Festa da Palavra, recordando a importância da Bíblia e do que esta nos ensina. Escutando a Palavra de Deus, ficaremos assim centrados no que realmente queremos, e uma atenção profunda vai dando lugar a uma oração contínua. Então, poderemos dizer como S. Paulo: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim”.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Lausperene
23 de Fevereiro, segunda-feira
19:00 – Eucaristia
19:30 – Abertura do Lausperene
20:00 – Adoração orientada pela Catequese
20:30 – “As Parábolas do Reino”, Cantar em Sol Maior
22:00 – Encerramento do Lausperene
24 de Fevereiro, terça-feira
08:00 – Abertura do Lausperene
08:30 – Adoração orientada por João Xavier
09:30 – Adoração particular ou em grupos
18:30 – Encerramento do Lausperene
19:00 – Eucaristia
Contamos com a participação de todos os paroquianos neste dia de oração e reflexão!
VII Domingo do Tempo Comum
Ao realizar um milagre, Jesus é movido pela Sua misericórdia, mas fá-lo também num gesto de revelação: Ele quer revelar-nos quem é! Assim, os milagres funcionam como sinais. A cura deste paralítico, tal como a cura do leproso, que nos contou São Marcos no Evangelho da semana passada, é o sinal de que Jesus é o enviado pelo Pai, para curar o homem do mal profundo que é o pecado, e introduzi-lo num mundo novo, anunciado por Isaías e outros profetas, o Reino de Deus, no qual os homens regressarão à comunhão com o Pai.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Festa Bem-Aventuranças (7ºAno)
Bem-aventurados todos os Homens que seguem os preceitos de Deus
Foi este o tema que os 10 meninos do 7º ano de catequese, levaram para celebrar a eucaristia do passado dia 7 de fevereiro.
Tendo aprendido as Bem-aventuranças ao longo das ultimas catequeses, quiseram resumir tudo o que tinham apreendido e transmitido mais simplificadamente; chegaram à conclusão de que se seguindo os preceitos de Deus; as Bem-aventuranças os mandamentos da lei de Deus; as obras de mesiricordia entre outros, podem ajudar a criar um mundo melhor e mais justo.
E foi com espirito de Festa e harmonia que a eucaristia foi celebrada e os diplomas entregues.
Cristina Costa
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Festa das Bem-Aventuranças (7ºAno)
As Bem-Aventuranças são o código de vida dos que querem viver autenticamente como cristãos. Quem as praticar já começará a saborear, aqui na terra, a felicidade que o Senhor promete no mundo futuro. São uma proposta de felicidade para sempre.
Jesus foi o primeiro a praticar as Bem-Aventuranças, vivendo-as perfeitamente durante a sua vida e até na sua morte.
Os cristãos deverão sentir que é este o caminho da felicidade. E o desejo de Deus é que todos os homens sejam felizes.
No passado dia 7 de Fevereiro, o 7º Ano da Catequese dinamizaram a Celebração com a realização da Festa das Bem-Aventuranças.
A Paróquia do Ferro, o Pároco e os Catequistas aproveitam para desejar muitos parabéns aos adolescentes do 7º Ano de Catequese.
Agradecemos o excelente trabalho desempenhado pelos catequistas Cristina Costa, Nuno Tiago e Vitor Rolo.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
VI Domingo do Tempo Comum
Nos tempos antigos, os que tinham lepra eram considerados impuros, e obrigados a viver à margem da restante sociedade. No entanto, perante o pedido de um leproso, o que fez o Senhor? Aquilo que ninguém se atrevia a fazer: pousa a mão sobre o leproso. Este simples gesto, explica-nos duas grandes verdades:
- a bondade incansável de Jesus, que o fez comover diante de todos os males;
- a energia de quem é salvo, que apregoa o sucedido a todos os que encontra.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Visita Pastoral
Encontra-se actualmente em visita pastoral no Arciprestado da Covilhã, com o objectivo de conhecer as suas diferentes paróquias, o desenrolar das actividades, as dificuldades sentidas, os problemas, a vivência da fé em cada um desses lugares.
Assim, no dia 12 de Fevereiro, quinta-feira, irá deslocar-se à Paróquia do Ferro. O programa será o seguinte:
14:30 – Recepção do Sr. Bispo na Igreja Paroquial
15:00 – Visita à Junta de Freguesia e Casa do Povo
15:30 – Visita às escolas
16:00 – Visita ao Património da Paróquia
17:00 – Visita a alguns paroquianos doentes
17:30 – Lanche na Associação C S S Coração de Maria
18:30 – Confissões na Igreja Paroquial
19:30 – Eucaristia
20:30 – Reunião com os paroquianos
No dia 15 de Fevereiro o Sr. Bispo irá deslocar-se novamente à nossa paróquia, para presidir a Eucaristia das 13 horas.

Que a visita do Sr. Bispo à nossa paróquia possa ser mais um motivo de união e crescimento na fé para os paroquianos do Ferro, à semelhança do que sucedeu com a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, no mês de Janeiro.
NOTA: No decorrer da visita pastoral poderão ocorrer algumas alterações ao programa acima exposto.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
V Domingo do Tempo Comum

Assim diz S. Paulo aos Coríntios, na segunda leitura: «Ai de mim se não evangelizar!»
A actividade de Jesus é essencialmente preenchida pela evangelização. Não se fixa apenas nas sinagogas, como nos descreve Marcos no Evangelho lido na semana passada. Ele desce ao meio dos homens, penetrando no mundo do pecado e da dor. Com gestos concretos e eficazes de libertação, supera o mal.
Também nós, à semelhança de Cristo e dos primeiros Apóstolos, devemos interiorizar o dever de evangelizar, tornando-nos mensageiros da salvação.
As bem-aventuranças podem dar uma boa ajuda nesta missão de evangelização. Na Eucaristia Vespertina deste dia, os elementos do 7.º ano de Catequese realizam a Festa das Bem-Aventuranças. Segue-se uma reflexão sobre esta oração, retirada de “Retalhos”.
Bem-aventurados os pobres em espírito…
os simples, que não buscam as aparências, os que são autênticos, sem fingimento, sem hipocrisias, os que estão abertos para Deus e para os Seus planos,...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Reunião de Catequistas (6 Fevereiro)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
IV Domingo do Tempo Comum

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Programa de Actividades da Catequese do Ferro
7 de Fevereiro - Festa das bem Aventuranças (7ºAno)
28 de Fevereiro - Festa da Palavra (4ºAno)
14 de Março - Festa do Credo (5ºAno)
9 de Maio - Festa da Avé Maria (3ºAno)
30 de Maio - Festa da Vida (8ºAno)
30 de Maio - Festa do Espírito Santo (9ºAno)
Mês de Maria
1 e 31 de Maio (Domingos): Catequese e Cantar em Sol Maior
2,9,16,23 e 30 de Maio (Sábados): 2 Grupos de Catequese em cada dia
6 de Junho - Festa do Pai Nosso (2ºAno)
11 de Junho - Profissão de Fé (6ºAno)
13 de Junho - Encerramento da Catequese Paroquial do Ferro
A Marcar - Crisma (10ºAno)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
III Domingo do Tempo Comum

domingo, 18 de janeiro de 2009
Logótipo para a Paróquia do Ferro
Tal como previsto, decorreu hoje a eleição do logótipo para a Paróquia do Ferro. Foram entregues 3 propostas, todas elas cumprindo os requisitos mínimos solicitados no regulamento.
Apresenta-se aqui a proposta vencedora, elaborada por Bruno Mateus.
Logótipo:
A presente proposta refere-se à criação de um logótipo para a Paróquia do Ferro. Os elementos usados e trabalhados estão relacionados com o conceito de paróquia. Assim sendo, passo a descrever os elementos e a sua funcionalidade/expressividade.
No centro do logótipo encontra-se uma cruz com umas linhas na diagonal que simbolizam luz, já estes dois elementos juntos, são símbolo de fé e da crença em Deus. Foi colocada mesmo no centro pois o objectivo é que a vivência da fé seja o assunto principal da paróquia.
Em volta deste elemento, pode-se observar uma forma que faz lembrar um coração, representa o amor e a adoração a Deus, relembrando ainda o Imaculado Coração de Maria. Mas o principal e que faz com que este elemento tenha ainda mais força e sentido, são as duas formas ovais que representam as cabeças de duas figuras humanas, e cada lado do coração representa o resto do corpo. Assim sendo, estes elementos juntos fazem com que este coração, feito por figuras humanas, represente a paróquia, que louva, protege, acolhe e tem a presença de Deus no seu coração.
Quanto ao tipo de letra, foi escolhido um tipo que se enquadrasse com o tema, com formas arredondadas e muito trabalhadas como os livros mais antigos, com significado de respeito e sabedoria.
Alternativa:
Ao vencedor será entregue um prémio simbólico, e a todos os concorrentes um certificado de participação.
Em nome do Conselho Pastoral Paroquial, que representa toda a Paróquia do Ferro, agradeço a vossa criatividade e disponibilidade.

.gif)


.jpg)

