O Pai escolheu Maria para uma missão única na história da salvação: ser mãe do Salvador!
Antes de ter recebido a mensagem trazida pelo anjo, de ter acolhido a vontade de Deus a seu respeito, Maria foi a eleita, a escolhida para ser a mãe de Jesus e a mãe da humanidade. Quando o anjo lhe comunica a eleição, ela hesita, pensa. Fica perplexa. Não entende. Não sabe o que fazer. Parece que não quer aceitar, mas também não quer dizer não, porque não sabe o que é.
Maria foi a mãe de Jesus Cristo. Maria foi uma autêntica mãe: na concepção, no nascimento, no acompanhamento, na cruz e, hoje, junto da humanidade.
Em Caná, Maria esteve atenta às necessidades do momento. Hoje, através de variadas formas, Maria acompanha o andamento, o ritmo das pessoas.
Em Caná, Maria esteve atenta às necessidades do momento. Hoje, através de variadas formas, Maria acompanha o andamento, o ritmo das pessoas.
Maria não esquece a vida pública de Jesus, depois do convívio pacato e sereno em Nazaré durante cerca de 30 anos. Maria sofreu com o sofrimento do seu filho, nos ataques que lhe perpetraram, assim como na dor junto à cruz. È o sofrimento de uma mãe.
É na cruz que o Filho reconhece a sua mãe de uma forma tão sublime: «eis o teu filho, eis a tua mãe» (Jo 19, 26-27).
A certa altura, Jesus diz: «aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe» (Mt 12, 46-50).
Quem ler superficialmente este texto, pode pensar que Jesus não tinha grande consideração, estima e respeito pela sua mãe. É exactamente ao contrário. Com isto, Jesus quer dizer que a sua mãe cumpria a vontade do Pai. Maria é a mãe física de Jesus, porque aceitou ser mãe por obra do Espírito Santo. Maria cumpre até ao fim a sua vocação e missão de mãe de Jesus.
Maria é uma mulher de grande fé. É uma mulher de grande esperança. É uma mulher carregada de amor por Deus e pelos homens.
Mãe, ouve-me;
Minha prece é um grito na noite…
Mãe, vale-me;
Nesta noite da minha juventude.
Mãe, salva-me.
Mil perigos me assaltam na vida.
Mãe, enche-me,
De esperança, de amor, e de paz…
Mãe, guia-me,
Pois nas sombras não vejo o caminho.
Mãe, leva-me,
Que a teu lado, feliz, cantarei.
Mãe, ouve-me;
Minha prece é um grito na noite…
Mãe, vale-me;
Nesta noite da minha juventude.
Mãe, salva-me.
Mil perigos me assaltam na vida.
Mãe, enche-me,
De esperança, de amor, e de paz…
Mãe, guia-me,
Pois nas sombras não vejo o caminho.
Mãe, leva-me,
Que a teu lado, feliz, cantarei.
Mãe, uma flor…
Uma flor com espinhos é bela.
Mãe, um amor…
Um amor é feliz ao nascer.
Mãe, a sorrir…
Mesmo quando se chora na alma.
Mãe construir
Mesmo quando se volta a cair.
Mãe, sou só teu;
Em teus braços me quero abrigar.
No passado dia 5 de Maio, as crianças do 3.º Ano da Catequese dinamizaram a Celebração do Dia da Mãe. Quiseram apresentar, a toda a nossa Comunidade Cristã, Maria como mulher activa, sempre a caminho. Quiseram, também, dizer o seu SIM a Maria, dizer-lhe que A amam com todo o seu coração e com todas as suas forças… Ao longo da celebração foi feita uma pequena homenagem às suas próprias mães.
1 comentário:
Estava tardando a notícia. Tal só pode, realmente, ter sido pela modéstia do catequista.
Parabéns, tanto aos meninos e meninas, como aos catequistas. Tem sido e espero que continue a ser um excelente trabalho. Bem hajam.
Já agora, uma homenagem muito sentida a todas as mães e à Maior de todas a Nossa Mãe do Céu.
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