domingo, 30 de maio de 2010

Conselho Pastoral Paroquial

ALTERAÇÃO

O Conselho Pastoral Paroquial do Ferro irá reunir no próximo dia 13 de Junho, às 18 horas, no salão da casa da catequese.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Santíssima Trindade

A liturgia deste dia, com a Festa da Santíssima Trindade, é um convite para contemplar "um Deus em três pessoas", que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.

A primeira leitura (Prov 8, 22-31) fala-nos do Pai, aquele que tomou a iniciativa de criar e salvar os homens, destinando-os a uma felicidade eterna, na sua família.

A segunda leitura (Rom 5, 1-5) apresenta-nos o Filho, aquele que realizou essa obra de salvação, com a sua vinda ao mundo e a sua fidelidade até a morte.

O Evangelho (Jo 16, 12-15) mostra-nos o Espírito Santo, o Amor que une o Pai com o Filho, aquele que foi infundido no coração de todos os cristãos no Baptismo.

Terminamos a reflexão deste dia com algumas palavras do Catecismo da Igreja Católica: "Deus deixou vestígios desse mistério na Criação e no Antigo Testamento, mas a intimidade de Deus Trindade constitui um mistério inacessível à inteligência humana e até mesmo à fé de Israel... Esse mistério foi revelado por Jesus Cristo e é a fonte de todos os outros mistérios".

domingo, 23 de maio de 2010

Escala de Leitores

A pedido da representante do Grupo de Leitores da Eucaristia de Sábado, aqui coloco a Escala de Leitores para as próximas semanas, de forma a dar continuidade ao trabalho que se tem desenvolvido.

clique para aumentar

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vigília de Pentecostes


A liturgia deste dia celebra a Missa da Vigília da Festa de Pentecostes, que é a conclusão do tempo pascal.

A primeira leitura (Gen 11, 1-9) apresenta-nos a confusão em Babel, mostrando que a unidade só se constrói, quando os homens acolhem o Espírito de Jesus, que nos faz falar a linguagem universal da comunhão e do amor.

A segunda leitura (Rom 8, 22-27) recorda-nos que o Espírito Santo faz brotar em nós a fonte de vida, que jorra para a eternidade.

No Evangelho (Jo 7, 37-39), Jesus apresenta-se como a fonte de água viva, da qual brotará o Espírito após a Sua Glória.

Na nossa vida também há um Pentecostes. No dia da nossa Crisma recebemos a plenitude do Espírito Santo, para nos tornar cristãos adultos, actuantes e responsáveis na Igreja, assumindo uma missão própria, segundo a nossa vocação. O Espírito Santo continua presente em nós e nas nossas comunidades.
Os jovens do 8.º Ano e do 9.º Ano da Catequese celebram neste dia a Festa da Vida e a Festa do Espírito Santo, respectivamente. Que Ele ilumine os nossos passos, o nosso agir e as nossas escolhas, que nos dê coragem e alegria para sermos verdadeiros discípulos e missionários de Cristo.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ensaio de Cânticos

Irá realizar-se um ensaio de cânticos para as seguintes celebrações:
- Primeira Comunhão (3 de Junho, às 11:30)
- Profissão de Fé (6 de Junho, às 16:00)

Convidam-se todos os interessados a estar presentes na igreja, no dia 29 de Maio, após a Santa Missa (pelas 21 horas).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ascensão do Senhor

A liturgia deste dia celebra o final da missão terrena de Cristo e o início da missão salvadora da Igreja.

Na primeira leitura (Actos 1, 1-11), Lucas introduz a despedida de Jesus em Jerusalém, sublinhando a vinda do Espírito Santo e o testemunho que os discípulos deverão dar.

Na segunda leitura (Ef 1, 17-23), São Paulo define a relação entre Cristo e a Igreja: formamos com Ele um Corpo destinado à Vida Plena, por isso, devemos viver uma comunhão total com Ele e com todos os nossos irmãos.

O Evangelho (Lc 24, 46-53) narra a o envio que Jesus faz aos seus discípulos, pois a Igreja de Cristo é essencialmente uma Comunidade Missionária, cuja missão é testemunhar no mundo a proposta de salvação e de libertação que Jesus veio trazer aos homens e deixou nas mãos e no coração dos discípulos.

A Ascensão do Senhor reforça a esperança da nossa Ascensão, lembra-nos que somos enviados de Cristo para continuar e completar a sua obra e que esse trabalho não dependerá apenas das nossas forças, pois podemos contar com o auxílio do Espírito Santo.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Grupo de Leitores - Informação

O Leitor é aquele que proclama a Palavra de Deus na Eucaristia, para ser recebida e vivida pelos fiéis.

O serviço do leitor, é um serviço importante dentro da assembleia, pois deve contribuir para uma melhor compreensão da Sagrada escritura.

A Paróquia do Ferro tem um Grupo de Leitores para a Eucaristia de Sábado à noite, cuja respectiva escala tem sido feito por mim... Acontece que este ano foi decidido por alguns elementos do Grupo fazer algumas mudanças na organização da escala, facto que discordo completamente... Nesse sentido, informo que deixo o Grupo de Leitores e, consequentemente, deixo de fazer a escala.

Obrigado!
Hélder Caetano

Domingo VI da Páscoa


A liturgia deste dia enfatiza o Espírito Santo, que mostra ser capaz de ultrapassar entraves que se ergam à Igreja. Ocorre no último domingo antes da Ascensão, que encerra a presença humana de Cristo na Terra.

A primeira leitura (Actos 15, 1-2.22-29) apresenta o primeiro desafio que a Igreja teve de enfrentar. Reunidos com os discípulos e os anciãos, no Concílio de Jerusalém, os apóstolos debateram e solucionaram o problema da conversão dos fiéis pagãos. O Espírito Santo quebra fronteiras; permitiu que a Igreja se torne aberta a todos os homens, unida no amor e na fidelidade a Cristo.

Na segunda leitura (Ap 21, 10-14.22-23) temos a descrição da morada de Deus, onde viveremos a vida definitiva no seio da Trindade; está enaltecido o valor da Igreja, como sendo a Nova Jerusalém, tornando-nos pedras vivas na sua decorrente construção, moldadas no Espírito Santo, recebido no Baptismo e no Crisma.

No Evangelho (Jo 14, 23-29) Jesus promete aos discípulos o Espírito Santo para que possam compreender plenamente a mensagem, vivendo o Evangelho em qualquer circunstância e na paz do Senhor.

Seguros da presença do Espírito Santo na Igreja e nas suas almas, os cristãos podem, portanto, manter-se confiantes e alegres, por maiores que sejam as transformações por que passe a sociedade e por maiores que sejam as dificuldades que a Igreja conheça.
Assim sendo, no dia de festa das Bem-Aventuraças do 7.º ano de catequese, que os jovens se sintam encorajados por este dom, que o Senhor enviou aos discípulos, e que superem as adversidades que venham a enfrentar na sua vida cristã, reforçando o sentimento de fé.

domingo, 2 de maio de 2010

Escala de Acólitos

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Domingo V da Páscoa


A liturgia deste dia leva-nos a perceber a preocupação de Cristo em formar a sua Igreja, que deve continuar a obra de salvação iniciada por Ele.

A primeira leitura (Actos 14, 21b-27) fala do regresso do Apóstolo S. Paulo da sua primeira viagem missionária, continuando ainda a incentivar os discípulos a serem firmes na fé, tendo ainda que passar por dificuldades para poderem entrar no Reino de Deus. E ainda, S. Paulo também escolhe os presbíteros que haviam de administrar, vigiar e defender a comunidade cristã.

A segunda leitura (Ap 21, 1-5a) anuncia, para um dia, a chegada da Nova Jerusalém. Isto acontecerá quando a obra da nova criação, iniciada no dia de Páscoa, atingir a sua plenitude no fim dos tempos; será, com efeito, não uma destruição, mas uma transformação.

No Evangelho (Jo 13, 31-33a.34-35), na despedida aos discípulos, Jesus entrega-lhes o Seu testamento espiritual: "Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros." É este amor que torna a Igreja, esta " nova" comunidade de Deus com os homens, numa comunidade distinta de todas as comunidades humanas.

O amor que o Senhor nos quer instruir não é uma simples norma legal. É uma espécie de instituição "sacramental", pela qual se assegura continuamente a presença de Jesus no meio de nós. Assim, através do amor mútuo, damos a conhecer um sinal vivo do Cordeiro de Deus que nos ama incondicionalmente; um sinal do "mundo novo" onde só se fala uma linguagem - a do amor.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sacramento da Confirmação

O Sacramento da Confirmação é administrado nos nossos dias ainda um pouco como no tempo dos apóstolos. O bispo estende as mãos sobre o confirmando e invoca para ele o dom do Espírito Santo. Depois impõe a cada um as mãos, chama-o pelo seu nome e diz: "Recebe por este sinal o dom do Espírito Santo." Ao mesmo tempo unge a fronte do confirmando com o santo crisma, marcando-o assim com o sinal do Espírito Santo. Os confirmandos renovam as suas promessas baptismais e recitam a profissão de fé da Igreja.
Na Igreja ocidental, a Confirmação é administrada aos jovens como "sacramento da maturidade cristã", dado que, ao serem baptizados em crianças, foram os pais e padrinhos que pronunciaram a profissão de fé. Agora que começam a viver e a agir de forma independente, pronunciam eles próprios o seu "sim" à comunidade de fé que os integrou pelo Baptismo.


Dizem sim a Cristo e proclamam a sua disponibilidade para com Ele, assim como a vontade de não negar a sua fé. Declaram o seu consentimento para se comprometerem em favor da Igreja e para ajudarem os seus irmãos e irmãs.


Este ano, o Sacramento da Confirmação irá realizar-se no próximo dia 12 de Setembro de 2010, pelas 11h30, na Igreja Paroquial do Ferro.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Domingo IV da Páscoa

A liturgia deste dia apresenta-nos Jesus Cristo como o “Bom Pastor”.

A primeira leitura (Actos 13, 14.43-52) narra a reacção de judeus e pagãos à pregação do Apóstolo São Paulo e de Barnabé: os pagãos aceitaram a Palavra de Deus e converteram-se; por outro lado, os judeus perseguiram-nos e expulsaram-nos.

Na segunda leitura (Ap 7, 9.14b-17), São João apresenta-nos Jesus Cristo como “o Pastor que conduz o seu Povo às fontes de água viva”.

O Evangelho (Jo 10, 27-30) apresenta-nos as duas faces da Parábola: a atitude do pastor, que dá a vida pelas suas ovelhas, que as conhece e cuida delas, e a atitude das ovelhas, que escutem a voz do seu pastor e o seguem.

A voz do “Bom Pastor” convida-nos a sermos discípulos e missionários de Cristo, através da escuta da Sua Palavra, da participação nos Sacramentos e de um permanente diálogo íntimo com Ele.
Neste dia, o grupo do 5.º Ano da Catequese celebra a Festa do Credo, salientando a importância da Fé para o conhecimento e seguimento de Jesus Cristo, o nosso único Pastor.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Domingo III da Páscoa


A liturgia deste dia convida-nos a reflectir sobre a Igreja, enquanto comunidade com a missão de testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou.

A primeira leitura (Actos 5, 27b-32.40b-41) apresenta o testemunho de Pedro, chefe dos apóstolos, que é proibido pelo Sinédrio de ensinar em nome de Jesus; os discípulos são flagelados, mas saem felizes por terem sofrido pelo nome de Jesus.

Na segunda leitura (Ap 5, 11-14), São João apresenta-nos Jesus Cristo como o Cordeiro imolado, que venceu a morte e que trouxe aos homens a salvação definitiva, sendo assim louvado como o centro de toda a criação e o Senhor de todas as coisas.

O Evangelho (Jo 21, 1-19) narra a terceira aparição de Cristo ressuscitado aos apóstolos, que pescavam no mar das Tiberíades. Este encontro desenrola-se em três fases: primeiro, a pesca milagrosa, após uma noite sem apanhar um único peixe; depois, a refeição, em repetição dos gestos que instituíram a Eucaristia no episódio da Última Ceia; por fim, o diálogo, uma tríplice prova de amor por parte de Pedro, que já O negara por três vezes, e agora se compromete a presidir e animar a Comunidade de Cristo.

À semelhança de Pedro, devemos nós também, seguidores de Cristo, amá-l’O e confiar n’Ele. Muitas vezes, perante as “redes vazias”, somos tentados a largar tudo, a desistir… Mas esquecemo-nos que Jesus Cristo, embora encontrando-se na “margem”, está sempre connosco: escutando a Sua voz, a pesca será abundante!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Mês de Maria

Distribuição para a dinamização do Terço

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Domingo II da Páscoa


A liturgia deste dia mostra-nos que a Comunidade Cristã é um espaço privilegiado de "encontro" com Jesus Ressuscitado.

A primeira leitura (Actos 5, 12-16) fala do crescimento da Igreja, que se traduz na adesão ao Senhor pela fé por parte do povo de Jerusalém. Pelo poder de Cristo Ressuscitado, os Apóstolos cativavam os corações de todos os que se reuniam em volta deles com o dom do Espírito Santo, fazendo prevalecer nos crentes que Jesus ainda vive no meio de nós.

Na segunda leitura (Ap 1, 9-11a.12-13.17-19), o Apóstolo S. João encontrava-se a espalhar a palavra de Deus, durante o seu exílio na ilha de Patmos, quando Jesus lhe apareceu e lhe pediu para reforçar o seu testemunho, imortalizando-se a sua existência naqueles que eram perseguidos nessa altura, e que viviam segundo a fé cristã.

No Evangelho (Jo 20, 19-31), Tomé não acreditou quando os discípulos lhe revelaram que estiveram com Jesus. No encontro a seguir, Tomé viu e tocou o seu Senhor. Eis que Jesus responde: “Porque Me viste, acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto”.

À semelhança de Tomé, muitas vezes, na nossa vida deixamo-nos dominar pelo desânimo, chegando mesmo a afastarmo-nos dos nossos irmãos. Acreditando, verdadeiramente, na Ressurreição, podemos viver constantemente na alegria pascal, prevalecendo a fé na vida sobre o abatimento e sobre o cansaço. Assim, ao mantermos viva a comunidade de Cristo, a Igreja será mais autêntica, mais forte, para que os crentes possam partilhar entre si a vida nova que recebem: a vida de Cristo Ressuscitado.

sábado, 3 de abril de 2010

Conselho Pastoral Paroquial


ALTERAÇÃO


O Conselho Pastoral Paroquial do Ferro irá reunir no próximo dia 11 de Abril, às 18 horas, no salão da casa da catequese.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Mensagem Pascal do Pároco

Chegados ao fim da Quaresma, a Igreja convida-nos a fixar os olhos em Cristo Crucificado, que é símbolo de um grande Amor vivido com os outros e pelos outros.
A Igreja convida-nos também a fixarmo-nos em Cristo Ressuscitado, vencedor da Morte e do Pecado.
Temos bem consciência, todavia, de que, ao longo da Quaresma, não nos detivemos tanto quanto seria desejável em nossas falhas espirituais e morais. As nossas preocupações materiais falaram talvez mais alto dentro de nós!...
Que um certo ar, ainda que bastante tímido, de Primavera nos ajude a procurar um Outro Sol a brilhar em nossas vidas. Cristo Ressuscitado nos leve a reconhecer que, para lá das cruzes das nossas vidas um tanto complicadas do presente, haverá Outras Luzes a brilharem dentro de nós!
Tenhamos esperança. O vosso pároco deseja convosco trabalhar e esperar um Mundo ainda (sempre) melhor!

Um abraço para todos em Cristo Ressuscitado.
A todos, Feliz Páscoa.

Pe. Manuel Francisco Domingos

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Vigília Pascal


A liturgia dessa noite celebra o facto mais importante da História da Salvação, o Mistério mais profundo da nossa fé: a Ressurreição do Senhor.
É a cerimónia mais rica de todo o ano litúrgico, e por isso vamos aprofundar um pouco os seus diversos momentos.

Liturgia da Luz
Cristo, simbolizado pelo Círio Pascal, é trazido solenemente a um lugar de destaque na celebração: do meio das trevas surge uma nova luz, que se irradia progressivamente para todos os lados, o que é simbolizado pelo acender das velas; diante desse Círio, proclamamos o Hino Pascal.

Liturgia da Palavra
Apresenta uma série de leituras bíblicas que narram etapas importantes da história do Povo de Deus, para depois se concentrar no Mistério de Cristo.
Nas leituras do Antigo Testamento encontramos a Criação (Gén 1, 1 – 2, 2), o sacrifício de Abraão (Gén 22, 1-18), a passagem do Mar Vermelho (Ex 14, 15 – 15, 1), a Nova Jerusalém (Is 54, 5-14), a salvação oferecida a todos gratuitamente (Is 55, 1-11), a fonte da sabedoria (Bar 3, 9-15.31 – 4, 4), o coração novo e o espírito novo (Ez 36, 16-28).
Na Epístola (Rom 6, 3-11) São Paulo dá uma catequese baptismal, referindo que pelo baptismo participamos da morte e ressurreição de Jesus e comprometemo-nos a viver uma vida nova.
O Evangelho (Lc 24, 1-12) as mulheres buscam Jesus Cristo no túmulo, mas ele já não está aí, ressuscitou.

Liturgia Baptismal
A água é símbolo da vida nova recebida no baptismo, que na Igreja primitiva se realizava nessa noite e se renova nesta celebração.

Liturgia Eucarística
É o memorial da Paixão, morte e Ressurreição de Cristo; cada domingo é uma pequena Páscoa em que, relembrando a Páscoa de Cristo, a nossa fé é alimentada pela Palavra e pelo Pão.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sexta-Feira Santa

A liturgia deste dia não consiste na celebração da Eucaristia, mas sim na celebração da Paixão do Senhor.
Esta cerimónia é constituída por três momentos principais, que passamos a descrever.

Liturgia da Palavra
Apresenta-nos uma síntese da vida e da ação de Jesus:
- Na primeira leitura (Is 52, 13 – 53, 12) surge o servo que carrega os pecados da humanidade.
- Na segunda leitura (Hebr 4, 14-16; 5, 7-9) surge Jesus Cristo como o único Sacerdote e Mediador entre Deus e a humanidade.
- No Evangelho (Jo 18, 1 – 19, 42) é narrada a Paixão de Cristo segundo São João.
- A Oração Universal assume um esquema diferente do habitual; rezamos pelo Papa, por todos os ministros e pelos fiéis, pelos catecúmenos, pela unidade dos cristãos, pelos judeus, pelos que não crêem em Cristo, pelos que não crêem em Deus, pelos governantes e pelos atribulados.

Adoração da Santa Cruz
Relembra-nos como Jesus Cristo celebrou a sua Páscoa, passando de uma morte dolorosa e humilhante à ressurreição gloriosa.

Sagrada Comunhão
Neste dia não há ofertas a apresentar sobre o altar, mas distribui-se a comunhão com o pão eucarístico consagrado na véspera.

terça-feira, 30 de março de 2010

Quinta-Feira Santa


A liturgia deste dia inicia o Tríduo Pascal, o tempo mais sagrado do ano litúrgico e da vida do cristão, no qual revivemos e celebramos os mistérios principais da nossa fé.

A primeira leitura (Ex 12, 1-8.11-14) ressalta que a Páscoa, festa antiga de pastores, é celebrada em memória da libertação da escravidão do Egipto. O texto traz unidas essas duas festas, com novo significado, libertador e com a esperança da salvação definitiva.

A segunda leitura (1Cor 11, 23-26) evidencia que essa esperança foi realizada em Cristo através da morte e ressurreição: o pão e o vinho tornam presente a obra salvífica de Cristo; da participação na morte e ressurreição de Cristo em cada Eucaristia nasce a vivência fraterna, a comunhão e a partilha.

O Evangelho (Jo 13, 1-15) faz parte dos discursos da despedida, destacando a Páscoa nova e perene que Jesus celebra com sua morte e ressurreição; Desse gesto de amor por nós nasce a Eucaristia.

Da Liturgia de hoje brotam quatro realidades: a EUCARISTIA, como memorial da Paixão e Morte de Jesus Cristo; a COMUNIDADE ECLESIAL, onde a Eucaristia se torna realidade; o SACERDÓCIO, instituído por Jesus na Última Ceia e que a perpetua através dos tempos; o AMOR FRATERNO, indicado pela cerimónia do lava-pés.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Domingo de Ramos


A liturgia dos Ramos, com a entrada triunfal de Jesus, marca o início da Semana Santa.

A primeira leitura (Is 50, 4-7) conta a Missão do “servo sofredor”, apresenta a Paixão do Messias como um exemplo supremo de obediência à Palavra e à Vontade de Deus.

A segunda leitura (Filip 2, 6-11) é um hino que apresenta o despojamento de Jesus: humilhou-se até a morte de cruz e foi glorificado como Filho de Deus na Ressurreição.

O Evangelho (Lc 22, 1-49) convida-nos a contemplar a Paixão e Morte de Jesus segundo a narrativa de São Lucas.

A alegria da glória em Jerusalém termina camuflada pela contemplação da cruz. Olhá-la incentiva-nos a assumir a mesma atitude de amor e de entrega, denunciando tudo o que gera ódio, divisão e medo; aprendemos com Jesus a entregar a vida por amor.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Domingo V da Quaresma


A liturgia deste dia continua o tema da conversão: o próprio Jesus Cristo dá o exemplo, passando da palavra à acção.

Na primeira leitura (Is 43, 16-21) Isaías fala de um novo Êxodo, quando o Deus libertador porá fim ao cativeiro da Babilónia e conduzirá o seu povo de volta à Terra Prometida.

Na segunda leitura (Filip 3, 8-14) São Paulo afirma que a única coisa que lhe interessa é conhecer Jesus Cristo, tudo o resto é considerado como lixo, lixo esse que impede de nascer com Cristo para a vida nova; é em Cristo que vamos encontrar completamente realizado o momento culminante e a plenitude da história da salvação.

No Evangelho (Jo 8, 1-11) temos a comovente cena da mulher adúltera, em que Jesus nos oferece uma imagem de Deus que é mais misericórdia do que justiça.

Neste tempo de Quaresma, tomemos consciência que todos somos pecadores e não temos o direito de condenar, de nos tornar fiscais dos outros. Na Eucaristia deste dia as crianças do 2.º Ano de Catequese celebram a Festa do Pai-Nosso. Fixemo-nos no que repetimos nesta oração: “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Domingo IV da Quaresma

A liturgia deste dia continua a nossa caminhada da Quaresma, num apelo forte e contínuo à conversão.

A primeira leitura (Jos 5, 9a.10-12) fala da Circuncisão; antes de celebrar a primeira Páscoa na Terra Prometida, Josué convida os nascidos no deserto, ainda não circuncidados, a passar pela circuncisão, como sinal da Aliança de Deus com Abraão e sinal de pertença ao Povo eleito, de forma que todos pudessem celebrar a Páscoa como início de uma vida nova.

Na segunda leitura (2Cor 5, 17-21) São Paulo exorta à reconciliação com Deus; mas a comunhão com Deus exige também a reconciliação com os irmãos: só assim podemos ser na prática uma criatura nova, um homem renovado.

No Evangelho (Lc 15, 1-3.11-32) aparece o amor misericordioso de Deus: um grupo de fariseus e escribas criticava Jesus pela atenção dada aos marginalizados, e Jesus responde com três parábolas – Ovelha Perdida, Moeda Perdida e Filho Pródigo – que revelam a grande bondade e misericórdia de Deus.

Atentando na parábola do Filho Pródigo, talvez nos identifiquemos um pouco com ambos os filhos: todos temos um pouco do pecado do mais novo e da intransigência do mais velho. Por isso, somos convidados à conversão constante, imitando o gesto do Pai, que respeita as decisões mesmo absurdas do filho, que questiona a atitude egoísta do filho mais velho, que está sempre preparado para abraçar o filho que retorna e que festeja com alegria a sua volta.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Domingo III da Quaresma


A liturgia deste dia é um forte apelo à conversão, que é um longo processo de renovação em que devemos desfazer-nos de uma porção de coisas para tornar possível em nós a libertação.

Na primeira leitura (Ex 3, 1-8a.13-15) é narrada a vocação de Moisés; inicialmente, Deus manifesta-se na sarça ardente e manda tirar as sandálias, pois está a pisar um chão sagrado; depois, confia-lhe a missão de libertar o seu povo, dando início a uma longa marcha dos hebreus através do deserto.

Na segunda leitura (1Cor 10, 1-6.1-12) São Paulo recorda os factos realizados por Deus no deserto em favor do seu povo e retira deles lições para a comunidade de Corinto.

No Evangelho (Lc 13, 1-9) Jesus faz um apelo à conversão, servindo-se de dois factos trágicos daqueles dias: a morte de Pilatos e a queda da torre de Siloé: Jesus não concorda que a desgraça é sinal do castigo de Deus, mas sim um apelo de conversão aos sobreviventes; a parábola da figueira estéril ilustra a resistência de Israel à conversão e a paciência de Deus.

Vivenciámos nesta semana o Aniversário das Almas, e somos chamados à conversão. Temos recebido no seio da nossa paróquia a semente necessária para germinar, mas nesta Quaresma devemos preocupar-nos em dar frutos: “descalcemos as sandálias” que nos impedem de pisar o solo sagrado e caminhar em direcção a Deus.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Domingo II da Quaresma

A liturgia deste dia lembra-nos que dá para transfigurar esse mundo, se cada um de nós assumir o compromisso de ser um sinal de luz e de esperança.

A primeira leitura (Gn 15, 5-12.17-18) fala-nos da fé de Abraão, cuja vida parece condenada ao fracasso, a quem Deus garante um pedaço de chão e uma descendência numerosa; ele confia totalmente em Deus coloca-se ao serviço dos desígnios do Senhor.

Na segunda leitura (Filip 3, 17 – 4, 1) São Paulo mostra sua fé na transfiguração, apesar do que via e condenava na comunidade, relembrando-nos que a nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão, num processo construído dia a dia sob o signo da cruz, numa entrega total por amor.

O Evangelho (Lc 9, 28b-36) apresenta a fé dos Apóstolos, fortalecida pela Transfiguração de Jesus na montanha, não como fuga de um derrotado, mas como expressão de uma necessidade vital para quem vive em comunhão constante com o Pai.

Inundados pelo louvor prestado no Sagrado Lausperene durante algum tempo desta semana, saibamos em cada Eucaristia “subir à montanha” para contemplar o Cristo transfigurado e escutar a sua voz; depois, transfigurados, saibamos também “descer da montanha” para prosseguir a nossa caminhada como agentes da transfiguração, dispostos a enfrentar o mundo e os seus problemas.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Domingo I da Quaresma


A liturgia deste dia convida-nos a repensar as nossas opções de vida e a tomar consciência das tentações que nos impedem de renascer para a vida nova.

Na primeira leitura (Deut 26, 4-10) Moisés convida o Povo de Israel a renovar os compromissos da Aliança antes de entrar na Terra Prometida, oferecendo ao Senhor os primeiros frutos da terra, num acto de “profissão de fé” no Senhor, que o livrou do Egipto.

A segunda leitura (Rom 10, 8-13) fala-nos da tentação dos que pensam que a Salvação é conquista nossa, não um dom gratuito de Deus; é necessário reconhecê-lo como o “Senhor” e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus nos propõe.

O Evangelho (Lc 4, 1-13) apresenta-nos as tentações de Jesus; Ele nega o materialismo, nega o poder, nega o caminho mais fácil, mas pelo contrário, inicia um projecto de renúncia e de libertação, que continua até aos dias de hoje.

Deus tem um plano para cada um de nós, mas as tentações procuram desviar-nos do caminho traçado. Nesta Eucaristia as crianças do 4.º Ano de Catequese celebram a Festa da Palavra. Procuremos nesta Quaresma manter-nos fiéis à Palavra de Deus.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Escala de Leitores (17-02-2010 a 22-05-2010)

Já se encontra disponivel a nova escala de leitores de sábado à noite, de 17 Fevereiro a 22 de Maio de 2010

Escala - (Clique Aqui)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Quarta-Feira de Cinzas

A Quarta-Feira de Cinzas inicia a Quaresma, tempo dedicado à conversão.

Na primeira leitura (Joel 2, 12-18) somos todos convocados para a assembleia do povo de Deus, e deveremos fazer penitência em ordem à renovação pascal; somos chamados à conversão, para restabelecermos as nossas relações com Deus.

Na segunda leitura (2Cor, 5, 20 – 6, 2) São Paulo apresenta-nos Deus que convida, perdoa e reconcilia: Ele é o princípio e o termo da nossa conversão e nós – a Igreja e os seus ministros – somos os seus arautos, para chamar o povo à conversão e à reconciliação, especialmente neste tempo.

O Evangelho (Mt 6, 1-6.16-18) indica-nos que a Quaresma deve ser tempo de prática mais intensa das boas obras, da forma mais adequada às circunstâncias de cada um; mas tudo há-de sair do coração sincero e penitente e conduzir à renovação, sob o único olhar de Deus.

A bênção e imposição das cinzas são uma prática penitencial muito antiga. Através desta cerimónia simbólica, reconhecemos a nossa condição de pecadores com humildade e comprometemo-nos a lutar contra o pecado, especialmente durante este tempo de Quaresma.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sagrado Lausperene

O Lausperene consiste numa adoração permanente ao Santíssimo exposto.

Cada paróquia da nossa diocese tem o seu dia próprio para manter o Santíssimo em adoração, sendo que à Paróquia do Ferro cabe o dia 24 de Fevereiro: inicia-se com a Eucaristia do dia 23 de Fevereiro, terminando com a Eucaristia do dia seguinte. Há alguns anos atrás o Santíssimo ficava exposto durante toda a noite, mas actualmente tal não é possível.

Seria bom se neste dia cada um de nós pudesse passar pela igreja paroquial e fazer uns momentos de oração pessoal durante o dia. Entretanto, houve grupos de fiéis que se organizaram para uma oração comunitária, de acordo com o seguinte horário:

23 de Fevereiro

19:30 – Eucaristia
20:00 – Exposição do Santíssimo
20:30 – Catequese
21:30 – Cantar em Sol Maior
23:00 – Encerramento

24 de Fevereiro

08:00 – Exposição do Santíssimo
08:30 – João Xavier
17:00 – Leitores (Sábado)
19:00 – Encerramento
19:30 – Eucaristia

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Domingo VI do Tempo Comum

A liturgia deste dia apresenta as Leis de Deus, que foram transmitidas ao homem para realizar o Seu plano de salvação.

Na primeira leitura (Jer 17, 5-8) o profeta abre dois caminhos diante do Povo de Deus: o que lhe é apontado pela luz que vem de Deus e que a Deus conduz; e o que é iluminado só pelas luzes que vêm dos homens e que, por isso, não pode levar mais longe do que o horizonte do mesmo homem.

Na segunda leitura (1Cor 15, 12.16-20) São Paulo esclarece a essência da ressurreição dos homens como consequência imediata da ressurreição do Senhor: se Ele ressuscitou, os que n’Ele crêem e esperam também com Ele ressuscitarão.

O Evangelho (Lc 6, 17.20-26) retoma a perspectiva dos dois caminhos, já apontada no Antigo Testamento, através das célebres “Bem-aventuranças”, que S. Lucas resume em quatro, contrapondo-lhes, em compensação, outras tantas “maldições”.

No corre-corre das nossas vidas, poucas vezes nos preocupamos com as Leis de Deus, limitamo-nos a acatar as leis humanas, sem as quais a sociedade seria um caos. Mas não podemos esquecer que Jesus Cristo é o nosso modelo, e que viver segundo a Lei do Amor é o modo seguro de realizarmos a nossa vocação humana e cristã.