Parabéns ás Crianças, Pais e Catequistas.
sábado, 17 de outubro de 2009
Festa do Acolhimento - 1.º Ano de Catequese
Parabéns ás Crianças, Pais e Catequistas.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Cantar em Sol Maior – Nova Sede
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Domingo XXIX do Tempo Comum
A primeira leitura (Is 53, 10-11) mostra como o sofrimento conduz à salvação. No Antigo Testamento era comum a expiação das faltas do povo recair sobre um animal que se imolava. No entanto, não era esse o grande sacrifício agradável aos olhos de Deus.
A segunda leitura (Hebr 4, 14-16) apresenta-nos a Paixão de Cristo como um acontecimento presente em cada um dos homens que sofrem. Jesus é o companheiro da dor humana, à qual transmite um valor redentor.
No Evangelho (Mc 10, 35-45) encontramos a tentação pelo poder e pela glória, que seduz até os seguidores de Cristo, que anseiam por um lugar de destaque no Reino dos Céus. O Salvador responde-lhes mais uma vez com sabedoria: a autoridade é um serviço, seja ela de ordem política ou de ordem religiosa.
As crianças do primeiro ano de Catequese celebram neste sábado a Festa do Acolhimento, querendo ser parte activa desta comunidade que vê em Jesus o seu amigo. Também no próximo domingo se festeja o Dia Mundial das Missões; que saibamos ajudar os mais próximos de nós que se encontram em sofrimento, encontrando a felicidade no serviço e na doação ao outro.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Domingo XXVIII do Tempo Comum
A liturgia deste dia vem lembrar-nos a primazia dos bens espirituais sobre os bens materiais.A primeira leitura (Sab 7, 7-11) apresenta-nos a verdadeira sabedoria como a arte de se conduzir e de governar os outros. A sabedoria, mais do que a riqueza ou a longevidade, permite compreender os acontecimentos, interpretá-los à luz de Deus e relacioná-los uns com os outros. É por isso que Salomão implora ao Senhor o dom da sabedoria, em defesa dos interesses do povo.
Na segunda leitura (Hebr 4, 12-13) São Paulo mostra-nos como a Palavra de Deus é viva e eficaz: inquieta, desperta nas consciências as motivações mais profundas em ordem a uma recta condução e obriga o homem a desinstalar-se, a mudar o rumo à sua vida.
No Evangelho (Mc 10, 17-30) um jovem rico aproxima-se de Jesus e é chamado a libertar-se de todos os seus bens materiais. Porque o apego ao dinheiro é avareza! E a sua posse nem sempre está imune de grandes injustiças.
Nesta semana relembrámos a Semana da Educação Cristã. Saibamos então desfazer-nos de um pouco dos nossos bens materiais em ordem a uma maior formação e cultura da espiritualidade.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Domingo XXVII do Tempo Comum
A liturgia deste dia mostra-nos como são importantes os acordos entre os homens, particularmente a aliança realizada no amor entre marido e mulher.A primeira leitura (Gen 2, 18-24) situa-se na história da criação do mundo. Depois de ter criado o Homem à sua imagem e semelhança e de lhe ter dado o poder sobre todas as criaturas, Deus cria a Mulher, um ser diferente de todos os outros. É posta ao lado do homem, não para o dominar, mas para o amar; dar-se-ão um ao outro em união total e formarão um só.
Na segunda leitura (Hebr 2, 9-11) encontramos a justificação da Paixão de Cristo como caminho para a Ressurreição. Jesus Cristo dá-se sem reservas, ensinando-nos o valor do sofrimento, a necessidade do caminho doloroso da cruz para a salvação do Homem.
No Evangelho (Mc 10, 2-16) Jesus é questionado acerca das leis de Moisés sobre o divórcio. Deixa os fariseus perplexos, ao responder utilizando palavras das Sagradas Escrituras, frisando que o casamento é a plenitude do amor entre duas pessoas e, portanto, perpétuo e incondicional. Salienta ainda o valor do amor em família, ao acarinhar as criancinhas.
Neste sábado as crianças, adolescentes e jovens da Catequese Paroquial do Ferro vão iniciar o seu novo ano pastoral. No contexto da liturgia deste dia, as famílias da nossa comunidade são alertadas para manifestar o seu amor junto dos seus filhos, possibilitando-lhes a formação cristã e acompanhando o seu desenvolvimento na fé.
Dia Internacional da Música

Os principais objectivos deste dia são:
- promover a arte musical em todas as secções da sociedade;
- aplicar os ideais da UNESCO de paz e amizade entre os povos;
- promover a cultura, a partilha de experiências e a apreciação mútua dos diversos valores estéticos.
“Porque a música penetra mais fundo na alma humana” (Platão), o Grupo “Cantar em Sol Maior” não quis deixar passar este dia em branco, e sugere que, pelo menos hoje, dedique alguns minutos a escutar sons que aprecie, valorizando o sentido da audição que, não esqueçamos, é mais uma das dádivas do Criador.
domingo, 27 de setembro de 2009
10.º Aniversário
sábado, 26 de setembro de 2009
INÍCIO DO ANO CATEQUÉTICO

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Domingo XXVI do Tempo Comum
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
REUNIÃO DE CATEQUISTAS

domingo, 20 de setembro de 2009
Conselho Pastoral Paroquial
«Habituem-se os leigos a trabalhar na Paróquia intimamente unidos aos seus sacerdotes, a trazer para a comunidade eclesial os próprios problemas e os do mundo e as questões que dizem respeito à salvação dos homens, para que se examinem e resolvam com o concurso de todos.» (Christifideles Laici, n.º 27) O papel da Comunidade Cristã
Convido-vos a observar os cristãos de hoje, os que são e os que se dizem ser. Depressa percebemos que a maioria vive a fé de forma individualista (quem não ouviu já a expressão: «eu cá tenho a minha fé»… ?), isolada, privada… sem que haja qualquer tipo de preocupação pelo(s) outro(s). Basta ver o número de pais que apresentam os seus filhos ao Baptismo fora da celebração comunitária; ou mesmo a forma de relacionamento entre os vários membros da comunidade, por exemplo, antes e depois de uma celebração.Nenhum de nós pode viver a fé de forma isolada. O ser comunidade é essencial à nossa fé. Aliás, quando rezamos o Credo, afirmamos: «Creio na Igreja una, santa, católica, apostólica…». Esta nossa fé na Igreja empenha-nos a viver na comunidade e para ela, trazendo os carismas que recebemos e colocando-os à disposição de todos.
sábado, 19 de setembro de 2009
Cantar em Sol Maior

Por vezes não corre tão bem como gostaríamos, e há uma ou outra nota que se desvia do caminho… Mas tentamos! E o nosso esforço é recompensado, porque cantamos ao nosso SOL MAIOL, nosso farol, nossa luz, nosso guia: é Deus que nos faz cantar, é Deus que nos dá forças, é Deus a nossa razão de existir.
Agradecemos todo o apoio que nos têm dado ao longo destes 10 anos de actividade!
Continuamos a contar com a Paróquia do Ferro, em especial com o amparo e conselho do nosso pároco, Pe. Manuel Domingos, que desde o início acolheu o nosso projecto. Contamos com a entreajuda dos restantes movimentos da Paróquia em muitas actividades que realizamos em conjunto, em especial a Catequese e o Agrupamento de Escuteiros, e com todos os paroquianos, que nos apoiam com palavras de ânimo e incentivo. Realço como é gratificante quando as vossas vozes se juntam às nossas em cada Eucaristia!
Pretendemos continuar a dar o nosso contributo sempre que possível, já a partir da próxima semana. Quem quiser juntar-se a nós, poderá participar no ensaio, na próxima sexta-feira, pelas 21 horas, no salão da antiga casa paroquial.
Como é habitual desde o ano passado, também queremos deixar a nossa mensagem no Blog da Paróquia do Ferro. Para além de outros textos que poderão surgir, tentaremos publicar semanalmente uma breve reflexão sobre o sentido litúrgico de cada Eucaristia que dinamizamos. Os textos são inspirados em livros ou sites e muitas vezes lidos e discutidos entre nós. Ajudam-nos na escolha dos cânticos para cada sábado e esperamos que vos possam ser úteis também.
sábado, 12 de setembro de 2009
Cantar em Sol Maior
O grupo "Cantar em Sol Maior" irá reunir no próximo dia 18 de Setembro, pelas 21:30, no salão de ensaios (antiga casa paroquial).
Pede-se a comparência de todos os membros interessados em continuar a actividade, ou de outros que se queiram juntar a nós. Até lá!
sábado, 5 de setembro de 2009
Um novo Blog para a Paróquia do Ferro
No passado dia 22 de Maio tinhamos dado ao Blog da Paróquia do Ferro uma nova imagem para a comemoração das 35 000 visitas... Infelizmente o template escolhido veio trazer muitas dificuldades de manutenção pois várias vezes ficou desformatado.terça-feira, 25 de agosto de 2009
Festa do Coração de Maria - Ensaio de Cânticos
sábado, 15 de agosto de 2009
Nova Escala de Leitores (Sábados) De: 1-8-2009 a 14-11-2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Festa do Coração de Maria - Ensaio de Cânticos

Eucaristia - 15/8, 21h30, Igreja
Eucaristia - 29/8, 20h, Igreja
Procissão - 29/8, 21h, Igreja
Procissão - 30/8, 10h30, Igreja
Eucaristia - 30/8, 11h, Capela
Terço - 30/8, 16h, Capela
quinta-feira, 30 de julho de 2009
XVIII Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, quando a multidão viu que nem Jesus nem os seus discípulos estavam à beira do lago, subiram todos para as barcas e foram para Cafarnaum, à procura de Jesus. Ao encontrá-l’O no outro lado do mar, disseram-Lhe: «Mestre, quando chegaste aqui?». Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: vós procurais-Me, não porque vistes milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes saciados. Trabalhai, não tanto pela comida que se perde, mas pelo alimento que dura até à vida eterna e que o Filho do homem vos dará. A Ele é que o Pai, o próprio Deus, marcou com o seu selo». Disseram-Lhe então: «Que devemos nós fazer para praticar as obras de Deus?». Respondeu-lhes Jesus: «A obra de Deus consiste em acreditar n’Aquele que Ele enviou». Disseram-Lhe eles: «Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? No deserto os nossos pais comeram o maná, conforme está escrito: ‘Deu-lhes a comer um pão que veio do Céu’». Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu. O pão de Deus é o que desce do Céu para dar a vida ao mundo». Disseram-Lhe eles: «Senhor, dá-nos sempre desse pão». Jesus respondeu-lhes: «Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede». (Jo 24-35)
Depois da multiplicação dos pães, Jesus faz um longo comentário, em que Se vai apresentando, pouco a pouco, como o verdadeiro Pão da Vida. Tal como o Senhor alimentou os filhos de Israel no deserto, através de Moisés, alimenta-nos agora com a Sua Palavra, que nos reveste de «homens novos».
quinta-feira, 23 de julho de 2009
XVII Domingo do Tempo Comum
O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio da Eucaristia. A Igreja de Cristo distribui hoje o Pão da Vida na celebração eucarística. Já os profetas do Antigo Testamento, como Eliseu, teriam realizado milagres semelhantes, saciando a fome ao proclamar o alimento espiritual. «Há um só Corpo e um só Espírito, um só Senhor, uma só Fé, um só Baptismo».
quinta-feira, 16 de julho de 2009
XVI Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, os Apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Então Jesus disse-lhes: «Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco». De facto, havia sempre tanta gente a chegar e a partir que eles nem tinham tempo de comer. Partiram, então, de barco para um lugar isolado, sem mais ninguém. Vendo-os afastar-se, muitos perceberam para onde iam; e, de todas as cidades, acorreram a pé para aquele lugar e chegaram lá primeiro que eles. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-Se de toda aquela gente, porque eram como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas. (Mc 6, 30-34)
Na Bíblia, especialmente no Antigo Testamento, os pastores representam muitas vezes os reis e sacerdotes, daí Cristo ser chamado de “Bom Pastor”. Continuamos a meditar sobre a carta de São Paulo aos Efésios, que nos incentiva a unir-nos uns aos outros num só Espírito, para podermos aproximar-nos do Pai. Jesus convida à reflexão, como caminho para o estabelecimento de uma íntima união com Deus.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Morreu o Revdo. Cónego Dr. José Geraldes

quinta-feira, 9 de julho de 2009
XV Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, Jesus chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois. Deu-lhes poder sobre os espíritos impuros e ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, a não ser o bastão: nem pão, nem alforge, nem dinheiro; que fossem calçados com sandálias, e não levassem duas túnicas. Disse-lhes também: «Quando entrardes em alguma casa, ficai nela até partirdes dali. E se não fordes recebidos em alguma localidade, se os habitantes não vos ouvirem, ao sair de lá, sacudi o pó dos vossos pés como testemunho contra eles». Os Apóstolos partiram e pregaram o arrependimento, expulsaram muitos demónios, ungiram com óleo muitos doentes e curaram-nos. (Mc 6, 7-13)
Na primeira leitura deste dia, Amós demonstra-nos como deveremos ser verdadeiros profetas e defender a liberdade da Igreja, independentemente da corrente política. Em forma de bênção, São Paulo expõe o conteúdo do mistério cristão, ou seja, o plano salvífico que pressupõe o enquadramento de cada um de nós no mundo, em ordem a um apostolado activo e consciente. Por fim, Jesus envia os seus discípulos esperando deles um testemunho evangélico baseado em humildade, apresentação e pregação.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
XIV Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se à sua terra e os discípulos acompanharam-n’O. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os numerosos ouvintes estavam admirados e diziam: «De onde Lhe vem tudo isto? Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos por suas mãos? Não é Ele o carpinteiro, Filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E não estão as suas irmãs aqui entre nós?». E ficavam perplexos a seu respeito. Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa». E não podia ali fazer qualquer milagre; apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. Estava admirado com a falta de fé daquela gente. E percorria as aldeias dos arredores, ensinando. (Mc 6, 1-6)
Antes de enviar o Seu Filho, Deus falou-nos pelos profetas, como Ezequiel, que escutamos na primeira leitura deste dia. São Paulo continua a ensinar os cristãos de Corinto, orientando-os para aceitar as dificuldades do dia-a-dia, com a ajuda de Cristo. O Evangelho conta-nos como os habitantes de Nazaré se admiram com a sabedoria de Jesus, recusando-se a aceitá-l’O como profeta e enviado de Deus.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
XIII Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, depois de Jesus ter atravessado de barco para a outra margem do lago, reuniu-se uma grande multidão à sua volta, e Ele deteve-se à beira-mar. Chegou então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Ao ver Jesus, caiu a seus pés e suplicou-Lhe com insistência: «A minha filha está a morrer. Vem impor-lhe as mãos, para que se salve e viva». Jesus foi com ele, seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. Entretanto, vieram dizer da casa do chefe da sinagoga: «A tua filha morreu. Porque estás ainda a importunar o Mestre?». Mas Jesus, ouvindo estas palavras, disse ao chefe da sinagoga: «Não temas; basta que tenhas fé». E não deixou que ninguém O acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Quando chegaram a casa do chefe da sinagoga, Jesus encontrou grande alvoroço, com gente que chorava e gritava. Ao entrar, perguntou-lhes: «Porquê todo este alarido e tantas lamentações? A menina não morreu; está a dormir». Riram-se d’Ele. Jesus, depois de os ter mandado sair a todos, levando consigo apenas o pai da menina e os que vinham com Ele, entrou no local onde jazia a menina, pegou-lhe na mão e disse: «Talita Kum», que significa: «Menina, Eu te ordeno: Levanta-te». Ela ergueu-se imediatamente e começou a andar, pois já tinha doze anos. Ficaram todos muito maravilhados. Jesus recomendou-lhes insistentemente que ninguém soubesse do caso e mandou dar de comer à menina. (Mc 5, 21-24.35b-43)
Deus não criou o homem para o condenar à morte, mas para que viva eternamente, porque a justiça é imortal. São Paulo, na sua carta aos Coríntios, incentiva os cristãos a viver na generosidade, com a partilha comum dos bens materiais e espirituais. Jesus realiza vários milagres em favor dos homens. No entanto, evita o triunfalismo desses gestos, santificando-se pelo sofrimento, pois a cruz é salvação.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
XII Domingo do Tempo Comum
Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse aos seus discípulos: «Passemos à outra margem do lago». Eles deixaram a multidão e levaram Jesus consigo na barca em que estava sentado. Iam com Ele outras embarcações. Levantou-se então uma grande tormenta e as ondas eram tão altas que enchiam a barca de água. Jesus, à popa, dormia com a cabeça numa almofada. Eles acordaram-n’O e disseram: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» Jesus levantou-Se, falou ao vento imperiosamente e disse ao mar: «Cala-te e está quieto». O vento cessou e fez-se grande bonança. Depois disse aos discípulos: «Porque estais tão assustados? Ainda não tendes fé?» Eles ficaram cheios de temor e diziam uns para os outros: «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?» (Mc 4, 35-41)
Neste mundo dominado pela agitação, pelo ódio, pelo terror constante da guerra e da fome, somos impelidos, enquanto cristãos, à construção de um mundo de paz, justiça e amor. Job reconhece o Amor de Deus em todo o Universo, e encontra-se com Ele. Ao morrer por nós, Cristo marcou-nos com o Seu Amor. Assim, em qualquer tempestade ou dificuldade, não podemos esquecer-nos de que Ele nos disse: «Eu estarei convosco até ao fim dos tempos».
sábado, 13 de junho de 2009
Sacramento da Confirmação
Mas depois vem a pergunta: O que é ser cristão? Qual o perfil do cristão, hoje?
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Não é fácil definir o cristão, pois não existe um modelo único que passe de pais para filhos, mas ser cristão é, fundamentalmente, viver de Cristo. É ter como referência obrigatória na sua vida a pessoa de Cristo.
Foi com esse sentido que, no passado dia 7 de Junho de 2009, os jovens do 10. º ano da Catequese Paroquial do Ferro, conjuntamente com os das Paróquias da Covilhã e arredores, receberam o Sacramento da Confirmação, numa Celebração realizada na Vila do Carvalho.
Foi para mim uma enorme alegria e satisfação pessoal levar este seis jovens a realizar este Sacramento... o grande desafio que me foi colocado no ínicio do ano, em aceitar este "Grupo Rebelde", revelou-se um grande prazer pois encontrei jovens bastante dedicados e com grandes potencialidades que apenas precisavam de pessoas que acreditassem neles.
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Em meu nome e dos restantes catequistas que comigo estiveram este ano (Bruno Mateus e Rui Raposo) quero agradecer e deixar o meu muito obrigado a este jovens!!
Aproveito ainda a oportunidade para informar a Comunidade Paroquial que um ciclo se encerra e neste campo dou por concluida a minha participação na Catequese Paroquial do Ferro... este foi o meu último ano como Catequista... a todos os que me ajudaram a realizar muitos projectos ao longo destes 13 anos o meu muito muito obrigado !!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Profissão de Fé (11-6-2009) + Diplomas Crisma
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
XI Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita». Jesus dizia ainda: «A que havemos de comparar o reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar? É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra». Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender. E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos. (Mc 4, 26-34)
O Reino de Deus não aparece de um momento para o outro: o seu crescimento é lento, como o de uma árvore. Tal como o cedro descrito na profecia de Ezequiel, «o justo florescerá e dará fruto». São Paulo diz-nos que o cristão é o homem da esperança, esperança essa que depositamos em Cristo, o semeador da palavra de Deus. Assim se constrói o Reino de Deus: um Reino de paz, amor e justiça.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Corpo de Deus
Comungar o Corpo de Cristo significa assimilar a realidade humana de Cristo e identificar-se com ele no cumprimento da vontade do Pai. Significa oferecer a nossa pessoa, para que Ele possa continuar a viver, a sofrer, a doar-Se e a ressuscitar em nós. Para que produza resultado, a Eucaristia deve ser recebida com fé, isto é, com a disposição de se deixar transformar na pessoa de Jesus.



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