“Celebrar” é uma forma comprometida de viver acontecimentos significativos: pessoais, familiares, sociais, eclesiais, … A caminhada catequética prevê momentos “altos” que devem ser celebrados, não para adquirirem valor mas para tornarem mais significativa a vida de quem os celebra e para darem visibilidade, na comunidade cristã, os passos que os seus membros vão dando no amadurecimento e vivência da fé.A catequese “espaço” privilegiado para promover o amadurecimento da fé e a “comunhão” com Jesus Cristo, está intrinsecamente ligada a toda a acção sacramental.
Os sacramentos são etapas celebrativas de grande relevo. Mas as festas, sendo da maior importância, em circunstância alguma podem ser consideradas termo da catequese. Tão pouco podem ser celebradas a pretexto de um sem número de motivações enganosas: “já tem idade; os outros também fizeram; dá jeito na ocasião …”
O Baptismo, quando recebido em idade dita da “razão”, a Eucaristia, a que também se chama Primeira Comunhão, e o Crisma, depois do qual número significativo de cristãos considera que já pode deixar a Igreja pois “fez as comunhões todas”, são festas centrais ou de topo, na caminhada catequética. Sem elas, juntamente com a Festa do Perdão, e que celebra a alegria do encontro no sacramento da Reconciliação, não há iniciação capaz de levar à maturidade cristã. A estas festas, é indispensável dar o relevo que merecem. Urge limpá-las de superstições, de superficialidades pessoais e de poeira social, para lhes reconhecer a verdadeira função de sacramentos, ou seja, de sinais que realizam o que significam. Devem ser graduais e não podem estar sujeitas a qualquer conveniência pessoal, de família ou do ano catequético, mas devem ter em conta a caminhada catequética dos catequizandos. Devem ser celebradas só apenas quando houver sinais visíveis de que o catequizando está interiormente preparado e que, no exterior, existem pelo menos as condições mínimas para que a chama da fé possa continuar a ser alimentada.
As “festas” da catequese, compreendidas e celebradas com a finalidade e o espírito que as integra tornam-se “ocasiões” fundamentais de revitalização. Os catequizandos fazem experiência de crescimento gradual e progressivo na fé. Os adultos testemunham essa fé e a Igreja toda, como comunidade de crentes, rejuvenesce. Assim, tornamo-nos mais Igreja.
do Ferro
1.º Ano - Festa do Pai Nosso - 19 de Abril
2.º Ano - Primeira Comunhão - 22 de Maio
3.º Ano - Festa da Avé-Maria - 10 de Maio
4.º Ano - Festa da Palavra - 1 de Março
5.º Ano - Festa do Credo - 12 de Abril
6.º Ano - Profissão de Fé - 8 de Junho
7.º Ano - Festa das Bem-Aventuranças - 9 de Fevereiro
8.º Ano - Festa da Vida - 9 de Fevereiro
9.º Ano - Festa do Espírito Santo - 8 de Março
10 .º Ano - Crisma A marcar
- Celebração do Dia da Mãe - 3 de Maio
- Celebração da Páscoa - 15 de Março
- Encerramento da Catequese - 14 de Junho


















Mas não basta conhecer. É preciso imitar. Imitar alguém é tentar ser como essa pessoa foi. Amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, falar como Jesus falou, viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria e, ao chegar ao fim do dia, dormir tranquilo como Jesus dormia.




